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PONTO
DE VISTA
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Nš 32
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Unidade e Mobilização Matias
Bakir Faria A categoria dos Auditores Fiscais de Minas Gerais precisa e quer apresentar um trabalho de qualidade e quantidade, de forma a nos assegurar a valorização profissional. Para isto, precisamos de condições de trabalho e materiais, bem como de uma política de pessoal, que mantenha os bons profissionais e propicie um clima organizacional satisfatório. Em 2009 o governo terá que ao menos manter a arrecadação tributária sem poder contar com crescimento econômico e nem aumento da carga tributária, daí a necessidade do maior combate à sonegação fiscal. Portanto, é de sua responsabilidade restabelecer um clima favorável à produção qualitativa do Fisco para alcançar a receita tributária prevista no orçamento em R$ 25 bilhões, para 2009. A organização da categoria para a promoção da defesa dos seus interesses é de responsabilidade do SINDIFISCO-MG, que tem a obrigação de chamar a categoria à ação, quando as condições de trabalho estiverem abaixo dos limites mínimos aceitáveis, como atualmente. Decidimos, através de um processo participativo, a pauta de reivindicações emergenciais da categoria em relação à recomposição salarial, que foi encaminhada ao governo. De forma objetiva, não tivemos, até agora, nenhuma resposta em relação às nossas reivindicações. Na verdade, o governo está esperando qual será a reação da categoria diante da sua negativa. Precisamos, portanto, demonstrar unidade, mobilização e determinação, com a implementação de ações capazes de levar o governo, verdadeiramente, para a negociação da nossa pauta de reivindicações. Quem vai estar sob a observação do governo é a classe fiscal como um todo, cada um de nós – esta luta é nossa! – e não, particularmente a diretoria do nosso Sindicato. Sem a participação maciça e determinada da categoria, por melhores e mais acertadas que sejam suas ações ou decisões, a diretoria, sozinha, não irá conseguir tirar o governo da sua posição. Devemos buscar, já no início de janeiro, a união e a mobilização da categoria. Vamos decidir, coletivamente, após avaliação de alternativas e riscos, cada ação a ser empreendida e, em seguida, conclamar todos à adesão e participação. Somente assim, com toda a categoria unida e mobilizada, conseguiremos alcançar nossos objetivos. Vamos, gradativamente e com firmeza, inserindo luta a luta e discutindo outras ações mais fortes. Quem define até onde iremos é o governo! Com a unidade, com as ações tiradas coletivamente e com o máximo de seriedade, conclamamos toda a categoria. Oportunidade a gente cria! No
ano de 2009, estaremos sendo colocados à prova. Vamos nos
unir em torno das nossas reivindicações. Vamos, novamente, à luta,
com firmeza e coragem. |