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O presidente do SINDIFISCO-MG, Lindolfo Fernandes de Castro, e a diretora Roberta Briaca Sena se reuniram na tarde de hoje (4) com a superintendente de Administração de Pessoal da Seplag, Soraya de Fátima Mourthé, para tratar de assuntos de interesse da categoria. Entre esses, o problema das fraudes praticadas por terceiros que se utilizam de dados de auditores fiscais para conseguir empréstimo consignado, o pagamento dos atrasados e outros.
Em relação ao pagamento dos 5% da política remuneratória, retroativo a outubro, a superintendente informou que será computado no contracheque de janeiro. Quanto ao pagamento dos atrasados (outubro, novembro, dezembro e 13º), ela explicou que não há, ainda, confirmação do mês em que deverão ser computados, mas afirmou que a Seplag está empreendendo esforços para que entrem no contracheque de fevereiro ou março.
Com relação às fraudes, o presidente do SINDIFISCO-MG levou ao conhecimento da superintendente caso ocorrido essa semana com auditor fiscal que se tornou vítima do golpe, reivindicando uma solução definitiva para o problema. Foram levantadas várias alternativas e a solução definida é a de que os auditores fiscais que não têm interesse nos empréstimos consignados efetuem o bloqueio da consignação referente a empréstimo ou reserva de cartão. Para evitar demandas individuais na Seplag, o procedimento sugerido foi o de que os servidores enviem ofício para o SINDIFISCO-MG, com cópia da carteira de identidade, para que o Sindicato então solicite o bloqueio de forma coletiva, facilitando a operacionalização na Seplag. Uma vez efetuado o bloqueio, se o servidor desejar futuramente realizar o empréstimo, terá que solicitar o desbloqueio pessoalmente à Seplag.
O presidente do SINDIFISCO-MG abordou, ainda, o problema decorrente do fato da conta reserva ser paga em dobro no contracheque de novembro, o que levou alguns auditores fiscais a ultrapassarem o teto salarial, sofrendo corte de salário. A Seplag afirmou que não há como resolver o problema, por tratar-se de remuneração e, portanto, sujeita ao teto. O SINDIFISCO-MG, entretanto, entende que, se houver vontade política, há como buscar uma solução para o problema.
Durante a reunião, o presidente do SINDIFISCO-MG cobrou, também, uma solução para a questão do atraso referente à primeira promoção, promoção por escolaridade adicional e progressão. A superintendente disse que esse assunto tem que ser resolvido na SEF/MG.
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