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INFORME
SINDIFISCO-MG
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22
DE MARÇO DE 2005
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SINDIFISCO INICIA DEBATES REGIONAIS
Primeiro ciclo acontece
no Sul de Minas na próxima terça-feira
| CICLO DE DEBATES - A Administração Tributária e a Realidade do Fisco Mineiro | |
| Data: 29 de março | |
| Horário: 14h às 18h | |
| Local: Auditório do Hotel Sleep Inn Varginha | |
| Av. Princesa do Sul, 3.333. | |
O SINDIFISCO-MG inicia, no dia 29 de março, em Varginha, no Sul de Minas, o CICLO DE DEBATES - A Administração Tributária e a Realidade do Fisco Mineiro. O evento vai reunir fiscais das Delegacias, Postos Fiscais e Administrações Fazendárias da Superintendência IX, das cidades de Pouso Alegre, Poços de Caldas, Itajubá, Ouro Fino, Guaxupé, Lavras, Três Corações e São Lourenço, além de Varginha, onde será sediado o debate.
O objetivo do CICLO DE DEBATES é fomentar a discussão em torno do papel do Fisco, sobretudo diante da série de ataques sofridos pelos servidores públicos e das perdas de direitos resultantes da Reforma Previdenciária, do governo Lula, e da Reforma Administrativa, do governo Aécio. Posteriormente, o evento será realizado também nas principais Superintendências. Segundo o presidente do SINDIFISCO, Lindolfo Fernandes de Castro, a idéia é realizar debates regionais para incentivar a discussão e mobilização local.
A palestra de abertura será ministrada pelos presidentes do SINDIFISCO e do Unafisco Sindical DS/BH, Antônio Benício de Castro Cabral, que vão debater o futuro da administração tributária, tanto em nível estadual quanto federal, mostrando a importância da unificação das lutas.
O atual modelo econômico brasileiro será analisado pelo professor João Sicsú, do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), como pano de fundo para as opções de desenho tributário adotadas pelos sucessivos governos. "A necessidade de sucessivos superávits primários para reduzir a relação divída/PIB têm conseqüência direta no modelo tributário. A ordem é arrecadar e a meta é a transferência de renda: bilhões para o sistema financeiro e alguns pouquinhos bilhões para as políticas compensatórias que contemplam os miseráveis", afirma. Para ele, é possível, tecnicamente, transitar deste modelo para uma política de geração de emprego e renda, mas falta a decisão política.
Veja também,
no Valor Econômico, o estudo inédito de João Sicsú
O cientista social Eduardo Alves de Carvalho, assessor da Confederação dos Trabalhadores do Serviço Público Federal, discutirá a avaliação de desempenho no serviço público, revelando o que está por trás do procedimento imposto pela Reforma Administrativa do governo Aécio Neves.
Elaborado
pela Assessoria de Comunicação do SINDIFISCO-MG
Valéria Mercadante / Marcela Souza
22.03.05