| INFORME SINDIFISCO-MG
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Nš 93 |
10 de maio de 2010 |
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EM
REUNIÃO HOJE NA SEF/MG, SINDIFISCO-MG DISCUTE PROGEPI
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Diretoria
ressalta impacto extremamente negativo sobre a classe do recente
Decreto 45.361
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Na
manhã de hoje (10), de acordo com o noticiado no Informe
nº. 91 (07/05), a diretoria do SINDIFISCO-MG esteve
em reunião na SEF/MG, para tratar do Progepi. Participaram,
pelo Sindicato, o presidente Lindolfo Fernandes de Castro, o vice-presidente
Christiano dos Santos Andreata, o diretor de Assuntos Jurídicos
Marco Antônio Mota Mayer e a diretora-financeira suplente
Roberta Briaca Sena. Pela SEF/MG, o subsecretário da Receita
Estadual, Pedro Meneguetti, e o diretor da Sufis, Gilberto da Silva
Ramos.
Iniciou-se a discussão do tema, com a diretoria sindical levando a reivindicação
da classe, decidida em assembléia geral, de se extinguir o modelo de apuração
da Gepi em implantação. O subsecretário declarou, então,
não ser possível atender o pleito, uma vez que, segundo ele, a
implementação do Progepi é irreversível.
Após as considerações iniciais, o subsecretário fez
uma explanação, tomando por base a matéria saída
no informativo da Fazenda de quinta-feira (06/05), sobre a evolução
do Progepi, afirmando ter havido grande flexibilização desde o
começo da implantação do novo sistema.
O diretor da Sufis defendeu a ideia do modelo, alegando a sua necessidade para
fins gerenciais, com o objetivo de melhor distribuir as atividades para os auditores,
apurar a sua execução pelo corpo fiscal e para efeito de transparência
junto à sociedade.
A diretoria do SINDIFISCO-MG destacou as principais dificuldades trazidas
pelo novo modelo à classe fiscal, apontando a sua rejeição
pela totalidade da Fiscalização, especialmente quanto à parametrização,
perda da autonomia e controle exacerbado sobre o fiscal. A diretoria ressaltou,
ainda, ter sido extremamente negativo o impacto sobre a categoria do recente
Decreto 45.361, obrigando o auditor fiscal a alimentar o sistema, sob pena de
perder a Gepi do período.
O subsecretário reafirmou os avanços frente ao modelo inicial e
disse que são naturais os ajustes para a melhor adequação
do sistema, argumento seguido pelo diretor da Sufis, afirmando que estariam sempre
abertos a sugestões que objetivassem melhorar a sistemática. Afirmaram,
também, que a única intenção na publicação
do referido decreto foi a continuidade da implantação do modelo,
visando a edição do módulo de registro das atividades executadas.
Ao final, devido ao pouco avanço na questão do Progepi, o subsecretário
anotou as ponderações da diretoria e acertou-se que nova reunião
será realizada com os presentes, ainda sem data definida, após
a análise e incorporação no sistema dos ajustes trazidos
pelas sugestões que a Sufis recebe de todo o Estado, o que faz periodicamente,
normalmente a cada mês.
Como se vê, o governo coloca o processo como irreversível. Diante disso, para que tenhamos a nossa reivindicação atendida, é necessária a intensificação da luta.