INFORME SINDIFISCO-MG

Nº 31

10 de março de 2010

DEBATE COM O SINDIFISCO-MG REÚNE MAIS DE 70 AUDITORES EM UBERLÂNDIA
Participação expressiva também em Uberaba

A diretoria do SINDIFISCO-MG continua percorrendo o Estado com o objetivo de levar informação aos colegas e ouvir suas sugestões para o enfrentamento dos problemas que preocupam a classe fiscal. No dia 9 de março, o presidente do Sindicato esteve nas cidades de Uberaba e Uberlândia, onde conversou com os colegas sobre os temas que serão levados para discussão na assembleia geral do dia 17 de março, quando será definida coletivamente a agenda de lutas do Sindicato para 2010.

Uberaba – Assim como vem ocorrendo nas demais unidades visitadas, a reunião em Uberaba teve participação expressiva de colegas e tratou de temas como o Progepi, as distorções promovidas pelo decreto de reposicionamento, o piso salarial e a paridade, entre outros. Os auditores da unidade se mostraram indignados com as limitações impostas pelo Progepi ao trabalho fiscal. Quanto ao piso salarial, a unidade se mostrou simpática à proposta apresentada pela diretoria do Sindicato.

Uberlândia – Uberlândia, como sempre, demonstrou total engajamento nas lutas conduzidas pelo SINDIFISCO-MG. Convidados para o debate com a diretoria do Sindicato, mais de 70 colegas compareceram ao encontro e permaneceram no local até o final da reunião. Nem mesmo o desconforto acarretado pela superlotação arrefeceu o ânimo dos auditores, que participaram ativamente das discussões. Alguns deles, mesmo tendo que assistir à reunião em pé, dado o número insuficiente de cadeiras, fizeram questão de ouvir as informações levadas pelo Sindicato e colaborar com sugestões.

Como nos outros locais percorridos, predominou a discussão sobre o Progepi. Indignados com a concepção e a implementação do projeto, os auditores fiscais de Uberlândia decidiram redigir um manifesto reivindicando sua imediata suspensão. Tão logo isso ocorra, o documento será enviado ao Sindicato para divulgação à categoria e encaminhamento ao secretário de Fazenda. O decreto de reposicionamento também foi debatido e criticado pelos auditores. A proposta de piso salarial apresentada pelo Sindicato foi bem recebida pelos colegas.

Em tempo

Como divulgado nesta quarta-feira (Informe SINDIFISCO-MG nº 29), o TJ MG acolheu mandado de segurança impetrado pelo Sindicato reivindicando o direito de um grupo de auditores fiscais de terem sua segunda graduação reconhecida para fins de promoção por escolaridade adicional.

Clique aqui para ler nota técnica produzida pelo consultor jurídico do Sindicato