| INFORME
SINDIFISCO-MG |
Nº 193 |
18 outubro de 2010 |
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DIRETORIA
SE REÚNE COM AUDITORES DE UBERABA E UBERLÂNDIA
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Em
discussão: reposicionamento, Progepi, problemas com
transporte e diárias
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A
diretoria do SINDIFISCO-MG, representada pelo presidente Lindolfo
Fernandes de Castro e pelo diretor Flávio Cortat, esteve na
sexta-feira, 15 de outubro, em Uberaba e Uberlândia, onde se
reuniu com os colegas das DFs e DFT para tratar de temas que têm
preocupado a categoria. Como é de praxe nas reuniões
realizadas pelo Sindicato, a diretoria apresentou um breve histórico
das lutas empreendidas desde o início da atual gestão,
destacando os resultados obtidos e ressaltando os pontos em que ainda é preciso
avançar.
Em ambos os encontros, predominou a discussão de temas como o reposicionamento e o Progepi. Também foi incluído na pauta o problema enfrentado pelos auditores fiscais, sobretudo os do interior, em relação ao transporte e às diárias em viagens a serviço.
A seguir, um resumo do que foi abordado sobre cada um dos temas discutidos:
Reposicionamento
A diretoria relembrou todas as etapas da luta pelo reposicionamento, inclusive as reuniões realizadas com a SEF/MG e a Seplag, e afirmou que tem cobrado insistentemente da Administração uma solução para as distorções do Decreto nº 45.274 e a publicação da resolução o mais rápido possível. Ao mencionar a posição final da SEF/MG – realizar um levantamento das distorções e, então, ver o que é possível fazer – o presidente Lindolfo de Castro afirmou que a luta do Sindicato agora será no sentido de pressionar a Administração para a definição de um prazo para a conclusão desse levantamento.

Progepi
A
diretoria afirmou que manterá a posição de lutar
contra o Progepi, ressaltando seus problemas no âmbito da Administração
e denunciando seus riscos à sociedade. Observou que, embora
tenham ocorrido alguns avanços, como a liberação
da obrigatoriedade de preenchimento do sistema, eles apenas amenizam
a situação, não atacando seus principais problemas.
Lindolfo de Castro disse aos colegas que a diretoria está apurando alguns
casos de direcionamento da ação fiscal, observando que esse é apenas
um dos efeitos da implementação do Progepi. Segundo informou,
há auditores fiscais recebendo ordens de serviço para fiscalização
em determinadas empresas já com a determinação dos procedimentos
que deverão ser adotados em cada situação.
Transporte
e diárias
A
diretoria afirmou que está ciente do problema enfrentado por
auditores fiscais em relação a transporte e diárias
em viagens a serviço, que atinge, sobretudo, os colegas do interior,
lembrando, inclusive, que a questão foi abordada em comunicado
recente do Sindicato (Comunicado
nº 65). Explicou que já enviou ofício
ao secretário adjunto Pedro Meneguetti relatando a questão
e pedindo providências imediatas, inclusive com cópia
do documento produzido pelos auditores de Uberlândia e entregue
ao delegado fiscal da unidade. Disse, ainda, que a questão tem
sido colocada pelo Sindicato nas oportunidades de contato com a Administração,
com menção a problemas ocorridos em Uberlândia,
Extrema, Juiz de Fora e outras. O presidente do Sindicato informou,
também, que encaminhou ao secretário Leonardo Colombini
estudo elaborado pelos colegas de Juiz de Fora sobre a concessão
e pagamento de diárias.
Os colegas de Uberlândia estão empenhados em resolver o problema
das diárias e solicitaram ao Sindicato um encaminhamento dessa luta
em âmbito estadual, uma vez que atinge a todos os auditores fiscais do
interior. Os colegas reivindicam aumento do valor das diárias, passagens
aéreas para deslocamentos em serviço em virtude da distância
e acomodações individuais, como forma de garantir a privacidade
dos servidores.
Pauta
positiva
Paralelamente às ações emergenciais relatadas durante as reuniões em Uberaba e Uberlândia, a diretoria continuará trabalhando em uma “pauta positiva” da categoria, buscando uma solução definitiva para problemas como o reposicionamento, com a criação de um acelerador que permita a todos os auditores fiscais chegarem de forma isonômica ao final da carreira, além de questões como o piso e a paridade (transformação da conta reserva em Gepi), entre outras. |