| INFORME
SINDIFISCO-MG |
Nº 181 |
28 de setembro de 2010 |
|
SINDIFISCO-MG SE
REÚNE COM AFREs DAS DFs BH
|
Entre
os temas discutidos, reposicionamento e Progepi
|
A
diretoria do SINDIFISCO-MG se reuniu, na tarde de hoje, com
os auditores fiscais das DFs BH para conversar sobre duas questões
que têm preocupado a categoria: o reposicionamento dos servidores
e o Progepi. Veja, a seguir, um resumo do que foi abordado:
Progepi
A diretoria informou sobre a última reunião com o secretário
de Fazenda, em 15 de setembro, quando a SEF/MG deixou claro que não
recuará na
decisão de implementar o Progepi. Afirmou que, diante do impasse, é preciso
continuar com a mobilização, sustentando a decisão da
categoria de não preencher e não alimentar o sistema.
Questionado sobre quais são os problemas do Progepi ou se esses estariam restritos à pontuação, a diretoria afirmou que a pontuação é apenas um dos problemas do projeto e que, na verdade, o Progepi tem um problema de princípio, ele restringe a autonomia funcional e promove o controle exacerbado sobre o fiscal, o que é um erro. “Isso é ruim para a gerência e para o servidor”, afirmou o presidente do Sindicato. A diretoria ressaltou que, nas diversas reuniões realizadas pelos auditores fiscais em suas respectivas regionais, a exemplo da mais recente, em Juiz de Fora, têm ficado claras a insatisfação e a preocupação da categoria com o Progepi.
A SEF/MG ficou de divulgar um comunicado hoje abordando a questão de tornar facultativo o ato de alimentar o sistema Progepi, além de outros seis pontos. Até o momento, tal documento não foi divulgado. Embora ainda não tenha tido acesso ao comunicado, a diretoria do SINDIFISCO-MG acredita que as alterações não resolverão o problema do Progepi porque, ao que tudo indica, não atacam o cerne da questão: o controle exacerbado sobre o fiscal.
Reposicionamento
A diretoria informou que tem trabalhado no sentido de buscar a correção das distorções antes da publicação da Resolução. Relembrou que, durante a última reunião com a SEF/MG ficou acertado que a secretaria faria um levantamento das distorções e, a partir desse, veria o que é possível corrigir. A diretoria ressaltou que é necessário que esse levantamento seja realizado o mais rápido possível, inclusive estabelecendo-se um prazo, para que não seja usado como desculpa para protelar a publicação e o pagamento do reposicionamento.
Durante
a reunião, a diretoria do SINDIFISCO-MG informou
os colegas sobre o lançamento, hoje, da revista A verdade
sobre o “choque de gestão” do governo de Minas, editada
pelo Sindicato. A diretoria explicou que a publicação é uma
atualização do caderno “Quem bancou o ajuste fiscal?”,
editado em 2006 pelo Sindicato. “Sempre combatemos o “choque
de gestão”. Durante oito anos, tudo o que conseguimos
foi na base da luta e do enfrentamento ao governo”, afirmou o
presidente Lindolfo de Castro. “Esse trabalho tem sido reconhecido
e solicitado por vários segmentos da sociedade, o que
só reforça a posição do SINDIFISCO-MG como
entidade crítica, combativa, independente e comprometida
com os interesses da sociedade, um Sindicato Cidadão”,
observou. |