| INFORME
SINDIFISCO-MG |
Nº 178 |
15 de setembro de 2010 |
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DIRETORIA
DO SINDIFISCO-MG SE REÚNE COM A SEF/MG
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Em
discussão, Progepi, reposicionamento e paridade
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A diretoria do SINDIFISCO-MG, representada pelo presidente Lindolfo Fernandes de Castro e pelo diretor José Roberto Almeida, participou na tarde de hoje (15) de reunião na SEF/MG, com as presenças do secretário de Fazenda Leonardo Colombini Lima, do secretário-adjunto Pedro Meneguetti, do assessor José Luiz Ricardo e do diretor da SRH, Paulo Márcio Bruno. Durante a reunião foram discutidos três temas importantes da agenda de lutas da categoria: o Progepi, o reposicionamento dos servidores e a paridade.
A diretoria do SINDIFISCO-MG enfatizou a insatisfação da categoria com o Progepi e abordou as ameaças promovidas por algumas chefias sobre os servidores. O secretário reafirmou a posição do governo de não retroceder na decisão de implementar o programa, mas disse que há abertura e disposição para se discutir alguns ajustes. Informou, ainda, que o governador Anastasia encaminhou à SEF/MG o ofício recebido do SINDIFISCO-MG, para conhecimento e análise. A diretoria do Sindicato repetiu ao secretário todos os problemas contidos no Progepi e reiterou a posição da categoria de lutar pela extinção do programa.
Durante a discussão do reposicionamento, a diretoria do SINDIFISCO-MG ressaltou a posição do Sindicato de lutar para ampliar direitos e afirmou que a última interpretação dada pelo governo ao decreto gerou grande insatisfação na categoria fiscal, uma vez que não resolveu o problema do mérito. Sobre essa questão, o governo informou que a SRH está ciente dos problemas e fará um levantamento das distorções para, então, analisá-las e verificar o que é possível fazer dentro da legalidade.
A diretoria do SINDIFISCO-MG também aproveitou a reunião com a SEF/MG para tratar de um outro tema importante para os servidores: a paridade. A diretoria insistiu na importância da transformação da conta reserva em Gepi, como forma de amenizar a injustiça com os aposentados. O secretário, entretanto, limitou-se a ouvir a reivindicação do Fisco, alegando “que isso é assunto para o próximo secretário”.