INFORME SINDIFISCO-MG

Nº 176

8 de setembro de 2010

 
SINDIFISCO-MG É REFERÊNCIA NO DEBATE POLÍTICO
Atuação como Sindicato Cidadão é reconhecida

A convite do Sind-UTE/MG, o SINDIFISCO-MG, representado pelo presidente Lindolfo Fernandes de Castro, participou, no sábado (4) em Belo Horizonte, do encontro dos servidores da Educação com os candidatos ao governo do Estado de Minas Gerais. O debate foi uma oportunidade de se conhecer – e questionar – as propostas e os compromissos dos candidatos com o funcionalismo.

No evento, a coordenadora geral do Sind-UTE/MG, Beatriz Cerqueira, agradeceu a homenagem, feita na abertura do V Conefisco (30/8), aos servidores da Educação pela luta e greve de 40 dias, e enfatizou o apoio do SINDIFISCO-MG aos movimentos dos servidores públicos, principalmente na questão do reposicionamento.

Todos os candidatos ao governo de Minas foram convidados para o debate e, à exceção de Antonio Augusto Anastasia, os demais estavam presentes. Cada um teve 20 minutos para se apresentar e, em seguida, mais 20 minutos para responder às perguntas dos servidores.

Durante as apresentações, diversos candidatos fizeram referências ao trabalho desenvolvido pelo SINDIFISCO-MG em relação à fiscalização das contas públicas e à questão orçamentária do Estado, incentivando inclusive os servidores a acessarem o nosso site. Eles citaram, com destaque, a matéria publicada na mídia com críticas do presidente do Sindicato à concessão de benefícios tributários praticada, em Minas Gerais, sem o devido controle e acompanhamento, comprometendo parte da receita tributária e tornando-se moeda de troca para financiamento de campanhas eleitorais.

A linha apresentada pelo candidato Hélio Costa nesse debate e em sua campanha atual é a mesma bandeira levantada pelo SINDIFISCO-MG: injustiça tributária em Minas, com altas alíquotas de ICMS nos serviços essenciais, a exemplo da energia elétrica, e a não tributação das mineradoras.

A referência ao SINDIFISCO-MG no debate político é um reconhecimento à sua atuação como Sindicato Cidadão, que age não só na defesa de interesses corporativistas mas, também, em benefício da sociedade, a exemplo da fiscalização das contas públicas, visando a melhoria da qualidade dosserviços públicos e a almejada justiça fiscal.