| INFORME
SINDIFISCO-MG |
Nš 149 |
11 de agosto de 2010 |
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REUNIÃO
CONJUNTA COM A SEF E A SEPLAG
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SINDIFISCO-MG
pressiona por solução para reivindicações
da categoria
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A
diretoria do SINDIFISCO-MG reuniu-se, na manhã de hoje
(11), com a SEF/MG e a Seplag, para discussão e busca de soluções
para as reivindicações da categoria. O convite ao Sindicato
foi motivado pela solicitação, feita pessoalmente pelo
presidente Lindolfo de Castro à secretária Renata Vilhena,
durante a última reunião da Intersindical (28/07), de
debate específico sobre reposicionamento, devido à insatisfação
da categoria fiscal em relação às distorções
e injustiças contidas no Decreto 45.419/2010.
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Em pauta: reposicionamento, Progepi, prisão de fiscal em Nova Serrana e V Conefisco. Participaram da reunião: pelo SINDIFISCO-MG, o presidente Lindolfo Fernandes de Castro, o vice-presidente Christiano dos Santos Andreata e o diretor Marco Antônio Mota Mayer; pela SEF/MG, o secretário de Fazenda Leonardo Colombini, o secretário-adjunto Pedro Meneguetti, o chefe de Gabinete José Luiz Ricardo, o assessor Jorge Schmidt e o diretor da SRH Paulo Márcio Bruno; pela Seplag, o subsecretário de Gestão Frederico César Silva Neto e dois assessores. |
Confira, abaixo, os principais pontos debatidos na reunião.

Reposicionamento
A diretoria do SINDIFISCO-MG questionou os representantes da Seplag,
convocados para a reunião para tratar especificamente dessa questão,
sobre a criação da comissão decidida em reunião
anterior da Intersindical com a secretária Renata Vilhena (28/07),
que será encarregada de identificar eventuais equívocos
na situação dos servidores, a fim de que esses sejam corrigidos
antes da publicação da Resolução. A comissão
seria centralizada na Seplag, com a participação de representantes
de cada um dos sindicatos dos servidores públicos estaduais, entre
eles o SINDIFISCO-MG. (vide
Informe Nº 143)
A diretoria questionou, ainda, a interpretação do Decreto 45.419/2010 que, ao invés de solucionar a questão, ampliando direitos, fez o contrário, restringindo direitos de colegas que já se sentiam contemplados, gerando insatisfação da categoria fiscal. Lindolfo de Castro colocou que, de acordo com entendimento da SEF/MG, são três as situações:
- O auditor que não teve progressão por mérito em 1997 teria direito à progressão por tempo de serviço em 1999; nesse caso o tempo seria contado somente a partir de 1º de janeiro de 1999;
- O auditor que não teve progressão por mérito em 1998 teria direito à progressão por tempo de serviço em 2000; nesse caso o tempo seria contado somente a partir de 1º de janeiro de 2000;
- Para quem ingressou na SEF/MG a partir de 1996 seria descontado o período do estágio probatório, cujo tempo seria contado a partir de 1º de janeiro no ano seguinte à conclusão do estágio.
A diretoria do SINDIFISCO-MG reivindicou uma posição oficial da SEF/MG sobre o entendimento do decreto e a disponibilização de como ficará a situação dos auditores após a publicação da resolução. Ressaltou, ainda, a situação dos novatos, que levam oito anos para conseguir a primeira promoção.
A diretoria afirmou, ainda, que essa discussão é permanente, pois é necessária a criação de um acelerador, de forma que todos os auditores fiscais cheguem, de forma isonômica, ao final da carreira. Acrescentou, também, que o Departamento Jurídico do SINDIFISCO-MG já está tomando as providências cabíveis.

Progepi
Nessa questão, não houve avanços positivos, ficando
apenas no campo das promessas. A diretoria travou um duro debate, pontuando
que nada na legislação foi alterado e que a modificação
apenas se restringiu ao sistema, o que acabou por esconder do auditor
as armadilhas do Progepi. Ressaltou, ainda, que a retirada da parametrização
pela Sufis (vide
Informe nº 117) não foi cumprida e, também,
continua na legislação a obrigatoriedade do preenchimento
para recebimento da Gepi.
A diretoria rebateu os argumentos utilizados pela Administração, reivindicando solução imediata para a questão, pois a categoria continua produzindo normalmente e está sofrendo ameaças por parte de algumas chefias, no sentido de alimentar o sistema.
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» Diante
do impasse nessa questão, a diretoria irá convocar reunião
do Conselho Deliberativo Ampliado (CDA), pré-agendada
para a próxima quinta-feira, 19 de
agosto, seguida de AGE autorizativa para ingresso de ações
coletivas (Postos Fiscais, ADE para auditores que ingressaram
a partir da reforma administrativa do governo Aécio
e outras)
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Prisão
de fiscal em Nova Serrana
A diretoria manifestou repúdio à prisão absurda
de colega fiscal em Nova Serrana, reivindicando postura firme da SEF/MG
na rigorosa apuração das responsabilidades e punição
dos culpados. Lindolfo de Castro salientou que, além do constrangimento
causado ao colega, o episódio causou dano à imagem da Fiscalização
mineira.
O presidente informou, ainda, sobre o apoio jurídico e político do Sindicato ao auditor fiscal, ressaltando que todas as medidas cabíveis estão sendo e serão tomadas. Entre essas, citou que o SINDIFISCO-MG ingressou com representação na Ouvidoria da Polícia Militar, que tem como procedimento o encaminhamento para o Ministério Público e para a Corregedoria da Polícia Militar.
V
CONEFISCO
A diretoria convidou o secretário de Fazenda para o V Conefisco
- Congresso Estadual do Fisco Mineiro, que será realizado pelo SINDIFISCO-MG nos
dias 30, 31 de agosto e 1º de setembro. A liberação
do ponto dos auditores será feita da mesma forma como ocorreu
no IV Conefisco.