INFORME SINDIFISCO-MG

Nº 142

2 de agosto de 2010

 
FUNCIONALISMO ESTADUAL ENTREGA PROPOSTAS A CANDIDATOS AO GOVERNO
Sindfisco-MG apresentou números do Estado e reafirmou as reivindicações dos servidores públicos

O SINDIFISCO-MG participou na manhã de hoje (2) da primeira reunião da Coordenação Intersindical com candidatos ao governo de Minas Gerais. As lideranças das entidades que compõem a Intersindical estiveram reunidas com o senador Hélio Costa e com o ex-ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Patrus Ananias, para apresentar e discutir as propostas dos servidores públicos estaduais, bem como solicitar que essas reivindicações sejam inseridas no programa de governo dos candidatos.

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Foi entregue ao senador Hélio Costa documento com as propostas do funcionalismo, assinado pelas entidades. Dentre as propostas, as lideranças destacaram a realização de concurso público em todas as áreas, com o fim da terceirização, recomposição das tabelas salariais dos servidores públicos, com reajuste anual, e reestruturação das carreiras.

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Também estiveram presentes candidatos à Assembléia Legislativa e à Câmara dos deputados. O coordenador da Intersindical, Geraldo Antônio Henrique, esclareceu aos veículos de comunicação presentes que o encontro não foi realizado para declarar apoio aos candidatos e sim com o objetivo de entregar as propostas dos servidores, afirmando ainda que a Intersindical também se reunirá com outros candidatos ao governo de Minas Gerais.

A diretoria do SINDIFISCO-MG esteve representada pelo presidente Lindolfo Fernandes de Castro e pelo diretor Flávio Cortat, da diretoria de aposentados. O presidente do Sindicato fez crítica ao choque de gestão, apresentando números que comprovam que o mesmo representou arrocho salarial do funcionalismo e comprometimento da prestação de serviços públicos de qualidade no Estado.

“Embora tenha havido crescimento de 130% da receita, sendo que esse crescimento não é mérito desse governo, pois já vinha ocorrendo desde o governo Itamar Franco, os gastos com pessoal diminuíram. Houve arrocho salarial e quebra da paridade, prejudicando principalmente os servidores aposentados. O choque de gestão foi feito em cima do sacrifício dos servidores e da precarização dos serviços públicos prestados à sociedade, como saúde, educação e segurança pública”, declarou o presidente do SINDIFISCO-MG.

Outras lideranças também ressaltaram a falta de diálogo do governo com os representantes das categorias de servidores, ao longo dos últimos oito anos.