| INFORME
SINDIFISCO-MG |
Nº 141 |
29 de julho de 2010 |
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INTERSINDICAL
CONTINUA PRESSIONANDO A SEPLAG
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Na
reunião de ontem (28), SINDIFISCO-MG cobra solução
para distorções do reposicionamento, enquanto Sinffaz afirma que já foi resolvida a
questão do
mérito
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As
entidades que integram a Intersindical, entre elas o SINDIFISCO-MG,
reuniram-se, na tarde de ontem (28), com a secretária de Planejamento
e Gestão, Renata Vilhena, que estava acompanhada do presidente
do Ipsemg, Antônio Caram Filho, dois advogados da AGE (Advocacia
Geral do Estado) e assessores.
Entre as questões em debate, o reposicionamento, Cepreve (Conselho Estadual
de Previdência), CAP (Conselho de Administração Pessoal)
e Ipsemg.
Reposicionamento
As lideranças sindicais continuaram a pressão para a implementação
e pagamento imediato do reposicionamento. A secretária afirmou que há interesse
do governo em pagar, mas alegou, novamente, impedimento jurídico, pontuando
que, em consulta ao TRE, o mesmo respondeu que não tinha competência
sobre essa questão. Renata Vilhena disse, ainda, que a consulta ao TSE
somente pode ser feita por um partido político, informando que já foi
solicitada à liderança do PSDB para realizá-la.
Os advogados expuseram os argumentos do parecer da AGE, citando que já existe jurisprudência sobre o assunto. Questionados pelas lideranças, eles se comprometeram a apresentar as jurisprudência em reunião a ser realizada na AGE.
O
presidente do SINDIFISCO-MG, Lindolfo Fernandes de Castro, e
o presidente do Sind-saúde, Renato Barros, rebateram de imediato
a argumentação da AGE, manifestando o entendimento contrário
da Intersindical. O presidente do SINDIFISCO-MG citou, ainda,
parecer emitido pela Procuradoria Geral do Estado de Pernambuco, que
examinou questão semelhante e concluiu que o reposicionamento
não se trata de vantagens remuneratória, mas de sim forma
de desenvolvimento na carreira. “O impedimento alegado pelo governo
não é jurídico, mas político, pois não
se trata de aumento de salário, mas de reposicionamento na carreira”,
enfatizou.
Lindolfo de Castro aproveitou a oportunidade e solicitou reunião específica do SINDIFISCO-MG com a Seplag, devido à insatisfação da categoria fiscal em relação às distorções e injustiças contidas no Decreto 45.419/2010 que, ao invés de solucionar a questão, ampliando direitos, fez o contrário, restringindo direitos de colegas que já se sentiam contemplados. Reivindicou, ainda, uma posição da Seplag sobre o decreto e a disponibilização de como ficará a situação dos auditores após a publicação da resolução.
Nesse momento, a secretaria geral do Sinffaz, Brígida Maria Colares, interrompeu o presidente o SINDIFISCO-MG, afirmando que para os gestores a questão do mérito já estava resolvida com o decreto. Diante dessa declaração, Lindolfo de Castro reiterou à secretária que, como o Sinffaz já se sentia contemplado com o decreto, a reunião deveria ser específica com o SINDIFISCO-MG.
Cepreve – Conselho
Estadual de Previdência
Coube aos representantes do servidores no Cepreve, Lindolfo Fernandes de Castro
e Marilda de Abreu Araujo (Sind-UTE/MG), explanar sobre o conselho. O presidente
do SINDIFISCO-MG reivindicou que as reuniões sejam periódicas
e efetivas, como previsto na Lei Complementar 100/2007, bem como a profissionalização
dos seus membros por meio de cursos. A secretária Renata Vilhena apoiou
a ideia, sugerindo a realização de workshop para os membros do
conselho.
Lindolfo de Castro solicitou, ainda, o acesso dos representantes dos servidores às contas dos Fundos de Previdência do Estado de Minas Gerais (Funpemg e Fumfip). A secretária e o presidente do Ipsemg se comprometeram a abrir as contas para os conselheiros, representantes dos servidores.
» Devido à complexidade desta questão, em breve será divulgado informe específico.
CAP – Conselho
de Administração Pessoal
A representante dos servidores Miriam Regina, (Assema) no CAP, que visa defender
os interesses administrativos dos, fez uma breve exposição sobre
o funcionamento do conselho e as dificuldades, requisitando a mudança
do seu regimento interno.