| INFORME
SINDIFISCO-MG |
Nº 129 |
1º de julho de 2010 |
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REUNIÃO
DE MOBILIZAÇÃO EM JUIZ DE FORA
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Diretoria
expõe problemas e diz que luta tem que ser permanente
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Com
o objetivo de debater os problemas enfrentados pelo Fisco mineiro e
mobilizar os auditores fiscais na busca por soluções,
a diretoria do SINDIFISCO-MG retornou ontem (30) a Juiz de Fora,
onde se reuniu, no turno da tarde, com os colegas da DF, DFT e PF Antônio
Reimão de Mello. Com a publicação do decreto de
reposicionamento na mesma data da reunião, o tema acabou predominando
durante o debate.
A diretoria criticou a decisão do governo de “corrigir” as distorções de forma restritiva, “nivelando por baixo”, como destacou o presidente do Sindicato ao se referir ao fato de ter sido reduzida a progressão dos servidores que deveriam estar mais à frente na carreira. Lindolfo de Castro afirmou que o SINDIFISCO-MG está empenhado na solução do problema e, portanto, a questão não se encerra com a publicação do decreto. O presidente do Sindicato ressaltou que a luta pela criação de um acelerador que permita a todos os servidores chegarem ao final da carreira antes de se aposentarem, deve ser uma luta permanente da categoria. Informou, ainda, que o Sindicato já está agendando reunião com o governo para tratar da questão e utilizará todas as medidas judiciais necessárias ao enfrentamento do problema.
Encerrada
a discussão do reposicionamento, outros temas importantes foram
abordados pela diretoria. Ao falar sobre o Progepi, o presidente do
Sindicato enfatizou a necessidade de que a categoria prossiga com a
orientação de não baixar e alimentar o sistema.
Lindolfo de Castro teceu críticas ao governo observando que,
embora a Administração diga que alterou o projeto em
questões como a parametrização e a obrigatoriedade
de alimentar o sistema, não há nada consolidado em legislação.
A
diretoria também conversou com os colegas sobre a tentativa
de invasão de atribuições na SEF/MG, esclarecendo
o encaminhamento dado ao problema. As ações judiciais
impetradas pelo SINDIFISCO-MG, como a do qüinqüênio,
a dos 3,2% do Ipsemg e o mandado de segurança do subteto, entre
outras, também foram comentadas pela diretoria.
Em
Tempo – O presidente do SINDIFISCO-MG está participando
durante toda a tarde de hoje (1º) de reunião
na Intersindical, para discutir com os representantes das
demais entidades que compõem a Coordenação,
as medidas que serão tomadas diante da decisão
do governo de não pagar aos servidores o reposicionamento
no mês de julho, ficando o mesmo “congelado” até janeiro
de 2011.
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