INFORME SINDIFISCO-MG

Nº 121

18 de junho de 2010

 
SINDIFISCO-MG CONTINUA A PROMOVER REUNIÕES DE MOBILIZAÇÃO NAS UNIDADES
Auditores da DFT BH e DF Comércio Exterior estão preocupados com o silêncio do governo em relação ao reposicionamento

Em continuidade às reuniões de mobilização e debate, a diretoria do SINDIFISCO-MG, representada pelo presidente Lindolfo Fernandes de Castro e pelo diretor Lúcio Carlos Ferraz de Souza, esteve, na manhã de hoje (17), nas DFT BH e DF Comércio Exterior. Os colegas lotaram o auditório da Unidade, manifestando indignação e preocupação, principalmente, com o silêncio do governo em relação ao reposicionamento. Outras questões também foram debatidas, entre elas, Progepi, invasão de atribuições, piso salarial, paridade e demais pontos que integram a pauta de reivindicações 2010.

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O presidente Lindolfo Fernandes de Castro reafirmou que, neste governo, não há avanço sem pressão e mobilização. “É necessário que a categoria se movimente para que tenhamos êxito no atendimento das nossas reivindicações, especialmente em relação à proposta de reposicionamento da classe fiscal”, destacou.

Durante o debate, foi evidenciado que é ilusório a Administração achar que irá implementar “na marra” o Progepi, sem participação, envolvimento e contribuição da categoria. A luta continua pela extinção do Progepi!

O presidente do SINDIFISCO-MG enfatizou o empenho da diretoria, que periodicamente tem ido à Brasília, na luta pela aprovação de projetos do interesse do Fisco: o fim do desconto da contribuição previdenciária dos servidores aposentados e pensionistas (PEC 555/2006), instituição do adicional por tempo de serviço para algumas carreiras e o mesmo não ser computado para fins de abate-teto (PEC 21/2008) até o limite de 35%, porte de arma (PLC 030/2007-SF) e autonomia da Administração Tributária (PEC 186/2007).

Ele esclareceu, ainda, sobre ações judiciais em andamento (quinquênio, férias-prêmio, 3,2% Ipsemg e escolaridade adicional).

Durante a reunião, foi levantada por um colega a questão da legitimidade, representatividade e unicidade sindical.

“Se duas entidades disputam a representação, quem perde é a categoria. Quem reconhece e legitima o representante classista, não é somente a Constituição Federal, mas a sua base, e o processo eleitoral deve ser respeitado. A nossa base, não só criou o SINDIFISCO-MG, mas o tornou forte e respeitado nacionalmente”, destacou o presidente.