| INFORME SINDIFISCO-MG
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Nš 07 |
21 de janeiro de 2010 |
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REUNIÃO
COM A SEPLAG
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Diretoria
busca correção das distorções do
Decreto de Reposicionamento
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Visando a correção das distorções do Decreto de Reposicionamento (45.274, de 30 de dezembro de 2009), a diretoria do SINDIFISCO-MG reuniu-se com representantes da Seplag na tarde de ontem (20). O presidente do Sindicato, Lindolfo Fernandes de Castro, deixou claro, logo no início da reunião, que caberia a ele, naquele momento, relatar os problemas e o descontentamento dos auditores fiscais em relação ao decreto, mas caberia ao governo buscar soluções que não prejudicassem nenhuma parcela da categoria.
Entre os problemas que devem ser corrigidos, a diretoria destacou:
O
reposicionamento não leva em consideração
o tempo total na carreira e nem o mérito;
Os
auditores que tiveram as suas últimas progressões
publicadas (principalmente as referentes a 1997 e 1998) se sentem
prejudicados pelo decreto, por terem progressões por mérito.
De acordo com as regras do decreto em questão, esses servidores
estão com menor tempo em relação aos que não
tiveram progressões na carreira antiga, inclusive em casos
de nomeações posteriores (foi entregue uma lista de
servidores com progressões de 1998 publicadas em 09/05/2001,
que se encaixam nesse exemplo);
Os
casos dos auditores que ingressaram na SEF-MG a partir de 2000
(não chegarem ao III nível), dos novatos, dos mais
antigos, entre outros. O reposicionamento não trata o tempo
dos servidores de maneira isonômica. Os auditores fiscais mais
antigos não conseguem atingir o fim da carreira antes de se
aposentarem.
Os representantes da Seplag afirmaram que as questões seriam encaminhadas para discussão com a secretária de Planejamento e Gestão, Renata Vilhena, e com o secretário de Fazenda, Simão Cirineu, e que o retorno seria através da SEF-MG. Entretanto, adiantaram que há problemas semelhantes em outras secretarias, a exemplo da Educação, descartando qualquer sugestão que dependesse de lei, tais como: tornar progressões sem efeito, considerar o tempo do estágio probatório para efeitos de promoção, alterar a Lei de Carreira para retirada do primeiro nível.
AVALIAÇÃO
Durante a reunião, a diretoria do SINDIFISCO-MG reafirmou
sua posição de que esforços devem ser empreendidos
para corrigir as injustiças, além de incluir os não
contemplados. A Seplag não sinalizou qualquer proposta de
solução, apenas ouviu e citou as dificuldades. Dessa
forma, a diretoria entende que qualquer alteração significativa
em relação ao reposicionamento dependerá de
mobilização e luta da categoria, sem perder o foco
das outras lutas, como o piso, a transformação da conta
reserva em Gepi e a correção dos vencimentos.
REUNIÕES DE MOBILIZAÇÃO
A diretoria começa, amanhã (22), a percorrer as unidades
fiscais para debater o assunto com a categoria. Pretende-se que cada
auditor fiscal possa formar e manifestar sua opinião a respeito
do reposicionamento, para posterior deliberação coletiva,
sobre esse e outros pontos de nossa agenda de lutas. Nas reuniões
a serem realizadas com a categoria, a diretoria do SINDIFISCO-MG
também quer debater as demais questões que integram
a agenda de lutas 2010: piso compatível com a função,
transformação da conta reserva em Gepi e política
salarial para correção de vencimentos.
Participaram
da reunião com a Seplag: pelo SINDIFISCO-MG, o presidente
Lindolfo Fernandes de Castro e os diretores Hugo Souza Sena Filho, Maria
Cristina de Oliveira e Roberta Briaca Sena; pela Seplag, Carlos Sicoli,
assessor do subsecretário de Gestão, Luciana Meireles Ribeiro,
diretora da Central de Carreiras e Remuneração, Ivan José Trindade Ávila,
técnico da Diretoria Central de Carreiras e Remuneração.
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