| INFORME SINDIFISCO-MG
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Nš 372 |
28 de dezembro de 2009 |
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SINDIFISCO-MG É CHAMADO
PARA MAIS UMA REUNIÃO SOBRE REPOSICIONAMENTO
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Sem
qualquer discussão das propostas, governo insiste no
encaminhamento relâmpago do decreto
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Convidada
pelo governo, a diretoria do SINDIFISCO-MG participou, na
manhã dessa segunda-feira, 28 de dezembro, juntamente com
o representante do Sinffaz, de uma reunião com assessores
da SEF/MG e da Seplag para tratar do reposicionamento dos servidores.
A diretoria do SINDIFISCO-MG acreditava tratar-se de um
convite para discutir as propostas de reposicionamento da SEF e
da Seplag, mencionadas em reunião anterior realizada no
dia 23 de dezembro, com a presença do secretário
Simão Cirineu (vide
Informe nº 371).
A reunião, entretanto, transcorreu de forma meramente informativa, com
a exposição da essência de cada uma das propostas, culminando
com uma solicitação dos assessores para que os representantes do SINDIFISCO-MG e
do Sinffaz fizessem sua opção, naquele momento, por uma das propostas,
ou por não discutir a questão agora.
A
essência das propostas é a seguinte:
1- Da SEF/MG: partindo do 2º nível, em que, a cada cinco anos, o servidor faria jus a uma promoção e, a cada dois anos, a uma progressão; 2- Da Seplag: partindo do 1º nível, a cada três anos, uma promoção e, a cada ano, uma progressão; 3- Não discutir isso agora. |
O
presidente do SINDIFISCO-MG questionou o motivo da pressa
do governo de encaminhar a questão agora, mas os assessores
não souberam informar, limitando-se a levantar alguns pontos
relacionados à Lei de Responsabilidade Fiscal, o que foi
prontamente rebatido pelo SINDIFISCO-MG.
O representante do Sinffaz informou sua opção pela proposta da
Seplag e ressaltou que, caso o SINDIFISCO-MG optasse por não
discutir a questão agora, gostaria que o decreto regulamentando o reposicionamento
dos gestores fosse encaminhado independente dos auditores fiscais.
A diretoria do SINDIFISCO-MG se posicionou deixando claro para o governo
que, na condição de representante da categoria fiscal, não é dona
dos anseios ou do destino dos representados e que, portanto, qualquer questão
relacionada à vida funcional dos auditores fiscais merece um debate
mais apurado com a categoria, principalmente quando o que está em questão é um
tema tão importante e, também, polêmico. Dessa forma, explicou
não ter como dar uma resposta naquele momento.
A diretoria enfatizou, ainda, que as propostas apresentadas como opção
pela SEF/MG e pela Seplag são excludentes e não atendem as reivindicações
dos novatos, dos aposentados e de alguns outros segmentos da categoria. Observou
que, embora entenda tratar-se de uma questão relacionada aos servidores
pertencentes à antiga carreira, Lei 6762/75, e que tinham as progressões
represadas (aqueles que ocupavam cargos de AFTE, FTE e TTE entre 1996 e 2005),
o reenquadramento proposto é injusto.
O entendimento do SINDIFISCO-MG, reiterado durante a reunião, é o
de que qualquer proposta sobre reposicionamento deve partir do princípio
da necessidade de correção das injustiças, distorções
e anomalias, contemplando, por exemplo, a busca da posição relativa
ao que o servidor ocupava em relação à carreira antiga,
para os aposentados e para os novatos (a exclusão do primeiro nível
ou promoção para o segundo nível).
A
diretoria do SINDIFISCO-MG recebeu, agora à tarde,
cópias dos decretos referentes a cada uma das propostas
de reposicionamento, que disponibiliza para conhecimento
da categoria.
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Participaram
da reunião: pela SEF/MG, Jorge Schmidt e Marcos
Augusto Teixeira; pela Seplag, Naide Albuquerque, Luciana Meireles
e Ivan Ávila. O SINDIFISCO-MG foi representado
pelo presidente, Lindolfo Fernandes de Castro, e pelos diretores
Marco Antônio Mota Mayer e Hugo Souza Sena.