INFORME SINDIFISCO-MG

Nº 218

11 de agosto de 2009

 
 
NÃO À MORDAÇA DO CIRINEU
Fiscais das DFs BH (1, 3 e 4) não se intimidam com as novas ameaças do secretário

“Precisamos enfrentar juntos as ameaças ao nosso movimento reivindicatório. A luta é por toda a categoria. A defesa de nossa remuneração e das prerrogativas dos cargos que ocupamos é um passo importante para a defesa de nossa instituição.” Foram estas as chamadas do SINDIFISCO-MG para os colegas das DFs BH 1, 3 e 4, que desceram para a realização do 15º ato público na entrada do prédio na manhã desta terça-feira (11). A exemplo das outras semanas, os auditores fiscais atenderam prontamente à convocação. O ato de hoje foi marcado pela participação dos colegas, com falas firmes e críticas contundentes à atuação do secretário de Fazenda.

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“Toda ação gera uma reação”, pontuou a diretoria na abertura do ato, acrescentando que, no dia seguinte à manifestação em frente à SEF/MG (06/08), com a participação de 200 fiscais da RMBH e apoio de diversas entidades, o secretário de Fazenda reuniu-se com os superintendentes, delegados e coordenadores fiscais, reafirmando o que havia dito em fevereiro (reunião do Não, Não e Não), que não havia como atender os pleitos da categoria, sob o argumento dos limites da Lei de Responsabilidade Fiscal, voltando com as ameaças.

“O secretário determinou aos comissionados o corte de ponto de quem participou do ato do dia 6 e dos outros que vierem, bem como o maior controle sobre os colegas (frequência). Nossos colegas comissionados afirmaram que era impossível o corte do ponto de quem participou do ato”, informou a diretoria.

“Vamos reagir! Se estivermos unidos, essas ameaças viram poeira.
A nossa força está na nossa união.”

Como encaminhamento das sugestões apresentadas durante o ato de hoje, os fiscais das DFs BH 1, 3 e 4 decidiram, por unanimidade, que:
Nenhuma resposta será dada ao e-mail dos delegados em relação ao maior controle de frequência dos fiscais, e que continuarão firmes no compromisso com a Instituição e com a causa da categoria fiscal;
O dia será em prol do movimento, e que haverá reuniões, hoje às 16 horas, nas DFs 1,3 e 4, nos andares onde estão localizados os gabinetes dos delegados, para discussão da pauta do CDA do dia 13.
      Confira a pauta do CDA (Informe Nº 216)

Confira, agora, a expressiva participação dos colegas no ato de hoje.
“O secretário de Fazenda não está acostumado com decisões coletivas.”

“A nossa briga é com a Administração lá em cima, porque são eles que decidem. Vários coordenadores estão nos apoiando, só não podem explicitar.”

“Será que Minas não tem nomes que pudessem ocupar uma Secretaria de peso como a SEF? Conhecemos a capacidade das pessoas nas intempéries; e está claro que a situação da Fazenda está cada vez pior.”

“Por que manter no cargo um secretário autoritário, ditador, que pressiona nossos colegas, os comissionados, a nos punir com o maior controle e o corte do ponto? Este secretário não convém a Minas, pois não mais detém a confiança dos servidores.”

“Atos públicos são ações de enfrentamento e devem ser mantidos.”
“Quem decide pela realização dos atos públicos: quando, onde e de que forma devem ser realizados é a categoria e, não, o secretário de Fazenda.”

EM TEMPO: A fim de fortalecer o movimento e preparar a categoria para o CDA, o presidente do SINDIFISCO-MG está promovendo reuniões, hoje (11), nas Delegacias Fiscais de Uberaba e Uberlândia, e Postos Fiscais da região.

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