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As
fotos tiradas no PF de Juatuba retratam uma situação
rotineira nos demais postos fiscais do Estado e comprovam:
a abertura das bocas dos tanques de combustíveis;
a inexistência de equipamentos de proteção individual;
a inexistência de vasilhame próprio para a operação
(o servidor introduz uma garrafa pet para coletar o combustível segurando
na outra mão uma lanterna, o que pode ocasionar sinistro);
a inexistência de luvas de proteção (o servidor mergulha
a mão e o antebraço no líquido para colher a amostra,
se contaminando com o combustível);
a inexistência de máscara de proteção (o servidor
respira os gases que emanam do interior do tanque);
a inexistência de óculos de proteção (o servidor
expõe os olhos a risco);
a inexistência de um extintor de incêndio na unidade, a postos
para qualquer eventualidade;
o pátio da Fiscalização
não tem equipamentos
de proteção geral: hidrante, mangueira de incêndio, extintores
de espuma própria para combustível etc.
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