| INFORME
SINDIFISCO-MG |
Nº
201
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PF
DE ARCEBURGO VIVE SITUAÇÃO DRAMÁTICA
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Falta
de estrutura coloca auditores em risco
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Enquanto
a SEF/MG se empenha em viabilizar as alterações sistematizadas
no Projeto Trânsito, se multiplicam em todo o Estado as denúncias
de péssimas condições de trabalho nos postos fiscais,
que tornam estressante a rotina nessas unidades e, algumas vezes, ameaçam
a integridade física dos servidores.
É o caso, por exemplo, do Posto Fiscal de Arceburgo, onde os auditores sofrem com a falta de estrutura e com a indiferença da Fazenda diante do problema. São vários os obstáculos diários que os servidores da unidade têm que enfrentar. A caixa d’água já caiu. Em um dia de ventania, parte do forro do telhado foi arrancada pelo vento. Quando chove, diversas goteiras comprometem o trabalho no interior da unidade.
Como se fosse pouco, na noite de ontem, 29 de outubro, uma chuva forte provocou a explosão do vidro do balcão do posto e os estilhaços quase feriram a fiscal de plantão. São problemas que, somados à pressão natural do tipo de trabalho exercido pelos auditores fiscais, vão minando as forças e acabam tornando o trabalho improdutivo, um prejuízo não só para a Fazenda, mas para toda a sociedade. Apesar das inúmeras tentativas da chefia do PF de Arceburgo, de contato com a Administração, que já esteve no local e conhece bem a situação, nenhuma medida concreta foi tomada até o momento.
Impossível
não fazer uma relação entre o relato dos
problemas enfrentados pelo PF de Arceburgo e o Projeto Trânsito
elaborado pela SEF/MG. Uma leitura atenta do projeto não
deixa dúvida de que entre o documento e a realidade dos
postos fiscais do Estado, existe uma longa distância. O
posto fiscal do papel nem de longe se parece com o posto fiscal
real, carente de modificações de verdade e não
de maquiagem.
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Elaborado
pela Assessoria de Comunicação do SINDIFISCO-MG
Jornalista responsável: Marcela Souza