| INFORME
SINDIFISCO-MG |
Nš 246 |
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| LIDERANÇAS SINDICAIS reúnem-se com SEPLAG e BB | |
| Em pauta, a mudança do banco de pagamento dos servidores |
Na última quinta-feira (25), as lideranças sindicais dos servidores
públicos reuniram-se com a secretária de Estado de Planejamento
e Gestão, Renata Vilhena, e o assessor de Relações Trabalhistas,
José Gonçalves. Participaram, ainda, da reunião o vice-presidente
do Banco do Brasil, Milton Luciano dos Santos, acompanhado do superintendente
de BH e assessores. Uma das principais questões debatidas foi a mudança
do banco que efetuará o pagamento da folha dos servidores, cujo contrato
já foi assinado pelo governo com o Banco do Brasil (BB).
Inicialmente a secretária fez uma exposição dos itens
acordados e apresentou um quadro esclarecendo as principais dúvidas.
Renata Vilhena destacou os benefícios do contrato com o Banco do Brasil,
entre eles a isenção de tarifa para manutenção
de conta-salário, as consultas ilimitadas de saldo bancário,
os dois extratos impressos por mês sem custo, até cinco saques
por evento de crédito e o talão de cheques.
Confira o quadro apresentado pela SEPLAG
O vice-presidente do Banco do Brasil deixou
claro, logo no início da
reunião, que muitos pontos não poderiam ser alterados, pois o
contrato já havia sido assinado. Entretanto, esclareceu que alguns itens
em relação aos servidores poderiam ser discutidos.
Como estratégia adotada pela Coordenação Intersindical, cada liderança sindical ficou responsável por um ponto, tais como: conta-salário (dúvidas do servidor), cooperativa, cobrança de CPMF, limites de saques e extratos impressos, juros constitucionais para cartão de crédito, cheque especial e empréstimos, política habitacional, espaço do BB nas repartições públicas do Estado. Ao presidente do SINDIFISCO-MG, Lindolfo Fernandes de Castro, coube reivindicar a permanência de contas dos servidores satisfeitos com o Banco Itaú.
MONOPÓLIO
CONTINUA
Em sua exposição, o presidente do SINDIFISCO-MG ressaltou que
a principal reivindicação dos servidores – a livre escolha
do banco – não foi atendida, já que o governo assinou o
contrato com o BB sem negociação com o funcionalismo. Criticou,
ainda, o fato de não ter havido licitação, o que poderia
trazer benefícios para os servidores, governo e sociedade. “Saímos
de um monopólio do Itaú e passamos para um do BB. Além
disso, os dados cadastrais dos servidores foram disponibilizados sem uma consulta
prévia aos mesmos e sem discussão com as lideranças sindicais”,
protestou.
Como resultado do encontro, foi aberto um canal de comunicação entre as lideranças sindicais e a Superintendência do BB, que se dispôs a analisar as reivindicações apresentadas. Uma nova reunião foi agendada para o dia 23 de novembro.
Elaborado
pela Assessoria de Comunicação
do SINDIFISCO-MG
Jornalista responsável: Valéria Mercadante