| INFORME
SINDIFISCO-MG |
Nš 224 |
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| SINDIFISCO-MG ACOMPANHA VOTAÇÃO DA PEC 89/07 |
A diretoria do SINDIFISCO-MG, representada pelo diretor Rogério da Silva Ferreira, acompanhou, na manhã de hoje (12), a votação da PEC 89/07 na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania na Câmara dos Deputados. O deputado federal Regis de Oliveira (PSC/SP) pediu vista ao projeto e foi acolhido. Com isso, a PEC 89/07 só retorna para votação daqui a duas sessões dessa Comissão.
De autoria do deputado federal João Eduardo Dado (PDT-SP), a PEC 89/07 estabelece o teto remuneratório único para os servidores das três esferas de governo, equivalente ao subsídio mensal em espécie dos ministros do Supremo Tribunal Federal. Neste momento, é fundamental o envolvimento da categoria fiscal mineira nesta luta, pressionando os deputados federais que representam nosso Estado no Congresso Nacional.
SINDIFISCO-MG NA
IMPRENSA
Tribuna
de Minas (JF) discute excesso de impostos no Brasil
A elevada carga tributária brasileira foi manchete da edição
do último domingo (9) do jornal Tribuna de Minas, que circula em Juiz
de Fora. Tomando como exemplo o gasto médio do contribuinte juizforano
com tributos, no período de janeiro a agosto de 2007, a matéria
denunciou o excesso de impostos no País e colocou em discussão
a necessidade de uma reforma tributária.
Um dos especialistas ouvidos pelo jornal, o presidente do SINDIFISCO-MG, Lindolfo Fernandes de Castro, observou que "o grande problema está na distribuição, já que 80% da carga incide sobre consumo e mão-de-obra, afetando mais quem ganha menos". Citou, como exemplo, a carga tributária incidente em 2005 sobre o trabalhador brasileiro que ganhava até dois salários mínimos (49%), comparando-a com o percentual incidente no mesmo período sobre os que recebiam mais de 30 salários mínimos (26%).
Descontentamento
dos servidores com monopólio do Itaú
"Sindicatos de servidores querem se livrar do Itaú" é umas
das manchetes da edição de hoje (12) do jornal O Tempo. A matéria
destaca que o SINDIFISCO-MG planeja impetrar uma ação coletiva
contra o monopólio do banco Itaú no pagamento do funcionalismo
estadual e cita, ainda, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação
(Sind-UTE) e a Cooperativa dos Militares, Policiais Civis e Funcionários
da Secretaria de Educação (Coopemg), também descontentes
com a situação.
"Não temos o direito de escolher em qual banco operar. Ficamos isentos de taxas apenas se optarmos pela conta-salário. Mas, por fins práticos, abrimos a conta corrente na mesma instituição e somos obrigados a enfrentar uma das maiores tarifas bancárias do país", afirmou, em entrevista ao jornal, o presidente do Sindicato, Lindolfo Fernandes de Castro.
| Tribuna de Minas - 09/09 | |
| O Tempo - 12/09 |
Elaborado
pela Assessoria de Comunicação do SINDIFISCO-MG
Jornalista responsável: Valéria Mercadante/Marcela Souza