Em entrevista aos jornais Hoje em Dia e O Tempo, e ao portal de notícias Acessa.com, de Juiz de Fora, o presidente do SINDIFISCO-MG denunciou a queda nos investimentos sociais em Minas e seu impacto sobre a segurança pública no Estado. Declarou, ainda, que o episódio em Ponte Nova atesta a falência do modelo de estado gerencial - baseado no lucro e superávit - e do Choque de Gestão implementado pelo governo Aécio. "É preciso acontecer uma atrocidade como essa para cair a máscara do Choque de Gestão e do governo de Minas", observou. "Será que é preciso morrer mais gente nas cadeias e delegacias, nas filas dos hospitais, para que a sociedade reaja e cobre do governo o gasto nos setores essenciais?", questionou.
Após a manifestação em defesa do serviço público, as lideranças sindicais se dedicaram à discussão do PLC 27/07, de autoria do governador Aécio Neves, que trata do regime de previdência dos servidores. Em seu relato sobre a situação da PM, o representante da Aspra MG, tenente Gonzaga, contou que a corporação, depois de muita mobilização, exigiu que fosse aplicado o dispositivo constitucional que equipara os policiais militares estaduais aos federais, conseguindo, assim, aprovar emenda que garante a autonomia administrativa, orçamentária e financeira do Instituto de Previdência dos Servidores Militares (IPSM). Tal exemplo deverá ser seguido pelos demais servidores em relação ao Funpemg e ao Funfip. Em
contato telefônico com o deputado Sargento Rodrigues (PDT), o presidente
do SINDIFISCO-MG e o representante da Aspra MG foram informados
que, na próxima quinta-feira (06/09) será realizada audiência
pública na ALMG para tratar da questão. Elaborado
pela Assessoria de Comunicação do SINDIFISCO-MG |
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