De acordo com o PLC 27/07, fica instituída, a partir de janeiro de 2008, a Ugeprevi, unidade para escrituração dos recursos do Fundo de Previdência do Estado de Minas Gerais (Funpemg) e do Fundo Financeiro de Previdência (Funfip), bem como dos recursos do orçamento fiscal destinados ao pagamento dos benefícios previdenciários concedidos a servidores e agentes públicos e aos militares do Estado. A concessão, o pagamento e a manutenção dos benefícios previdenciários dos segurados serão, portanto, escriturados na Ugeprevi. Segundo o governo do Estado, o PLC 27/07 visa a unicidade e padronização das normas e procedimentos para concessão dos benefícios previdenciários, de acordo com o determinado pelo Art. 40, § 20º da Constituição Federal.
Dentre os problemas apontados pelas lideranças do funcionalismo em relação ao PLC 27/07 está na proposta de efetivação dos designados que, segundo informações obtidas na ALMG, hoje chegam a quase 90 mil em Minas Gerais. A alegação do governo é a de que eles contribuíram para a Previdência do Estado e, para se aposentar pelo Regime Previdenciário Próprio têm que ser efetivos. Ou seja, ao invés de promover concurso público, que é o caminho legal para ingresso no Estado, o governo efetiva servidores não concursados. Na próxima segunda, 3 de setembro, a Coordenação Intersindical se reúne novamente para tirar uma posição do funcionalismo em relação ao Projeto do governador. De antemão, as lideranças enfatizam que defendem o concurso como único instrumento legítimo de ingresso no serviço público. Embora reconheçam que a questão representa um problema social, acreditam que cabe ao governo encontrar uma solução, observados os princípios da moralidade e da legalidade. Elaborado
pela Assessoria de Comunicação do SINDIFISCO-MG |
||||||||||||