Continua a pressão do Sindicato junto ao governo para que a questão do subteto seja solucionada definitivamente em nosso Estado. "O estabelecimento do limite máximo, vinculado ao salário do governador, é uma ameaça à autonomia do Fisco. É público que o governador não depende de sua remuneração para sobreviver, ao contrário dos servidores públicos. Além disso, a inflação nesse período foi de 30%, portanto, é natural que muitos auditores fiscais já estejam ganhando acima do subteto, que não foi reajustado", reafirma o presidente do Sindicato,Lindolfo Fernandes de Castro. Entretanto,
a situação para a categoria pode tornar-se ainda mais grave:
segundo estimativa do próprio governo, quase 90% dos auditores
fiscais deverão, em janeiro de 2008, atingir o limite máximo
estabelecido. Em ofícios enviados, no mês de julho, ao vice-governador
(Nº 37 e 42/07), o SINDIFISCO-MG reiterou a reivindicação
de atrelar, através de Projeto de Emenda Constitucional ou Lei,
o subteto ao subsídio mensal dos Desembargadores do Tribunal de
Justiça do Estado, inclusive com sugestão de redação
de artigo. Entretanto, o governo, mais uma vez, está se opondo.
Mas, temos informações extra-oficiais de que a reivindicação
do Sindicato consta da pauta da próxima reunião, no dia
29 de agosto, da Câmara de Coordenação Geral, Planejamento,
Gestão e Finanças, que é composta pelo vice-governador
(presidente), secretários de Estado de Fazenda, Planejamento e
Gestão, Casa Civil, e representantes da Auditoria Geral e da Advocacia
Geral do Estado. Elaborado
pela Assessoria de Comunicação do SINDIFISCO-MG |
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