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INFORME
SINDIFISCO-MG
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Nš
206
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3 de agosto de 2007
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REUNIÃO
NA SRH |
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Discussão
de questões do interesse da categoria |
Na
tarde de ontem (2), a diretoria do SINDIFISCO-MG - representada
pelo presidente Lindolfo Fernandes de Castro, a vice-presidente Maria
Helena de Freitas Campos, os diretores José Roberto Medeiros (Catraca)
e Luiz Eduardo Modesto - reuniu-se com o superintendente da SRH Paulo
Márcio Bruno e as diretoras Débora Muzzi e Lourdes Machado.
O objetivo foi abrir um canal para solução rápida
dos problemas de "varejo". Foi uma discussão técnica
de questões do interesse da categoria como prévia da reunião
que está sendo agendada com o secretário de Fazenda.
Confira,
abaixo, os pontos abordados na reunião.
Corte de ponto
ERRO NO CONTRACHEQUE
O governo efetuou o desconto, no pagamento de março, de um dia
de remuneração (vencimento + GEPI) dos servidores que participaram
do ato público, realizado em 13/03/07. Conforme legislação
vigente, o desconto da parcela da GEPI foi indevido, tendo em vista que
a GEPI percebida no 1º trimestre/07 teve como base de referência
os pontos realizados no 3º trimestre de 2006. Entretanto, foi efetuado
desconto em duplicidade, no pagamento de julho. A diretoria reivindicou
a devolução da parcela de GEPI descontada indevida no pagamento
de março. A SRH admitiu o erro e comprometeu-se a corrigi-lo, restituindo
o valor indevido.
CORTE
DO PONTO - 13/03/07
Como já foi comandado o corte de ponto de todos os servidores que
participaram do ato público, em 13/03/07, a diretoria reivindicou
uma forma de restituição. O governo fechou questão
e não há uma solução política para
o caso. Como não houve avanços, o Departamento Jurídico
do SINDIFISCO-MG está priorizando o ingresso de ação
judicial.
CORTE
DO PONTO - ABRIL/07
O SINDIFISCO-MG conseguiu, na época, suspender o corte de
ponto de 180 fiscais, no mês de abril, referente à participação
em manifestações. Esses auditores são lotados nas
DFs BH (1, 2, 3, 4 e 5), Contagem, Juiz de Fora, Pouso Alegre e Poços
de Caldas. Desde então, o Sindicato vem reivindicando a anistia
desses servidores, posição reiterada durante a reunião.
O governo concordou em manter a suspensão do corte enquanto se
estabelece um mecanismo de compensação, cuja forma deverá
ser discutida com os gerentes regionais.
Escolaridade adicional
A diretoria cobrou a regulamentação, com definição
dos critérios, bem como dos cursos que serão considerados
para efeito de promoção, a fim de evitar que os auditores
façam investimentos desnecessários. A SRH considerou justa
a reivindicação e ficou de dar um retorno.
ADI
Embora a diretoria desde o início tenha se posicionado contra a
Avaliação de Desempenho (ADI) da forma como foi implantada,
sempre buscou alterá-la para que o servidor não fosse prejudicado.
Houve avanços, tais como a comissão paritária, a
possibilidade de alterar os critérios e outros, mas reivindicou
a adaptação do novo decreto à realidade da SEF/MG
a fim de evitar a ameaça de perda de autonomia do Fisco e punições
injustas.
Parcelamento de férias
A SRH informou que a única restrição quanto ao parcelamento
das férias é o Regulamento Interno da SEF/MG. Entretanto,
ressaltou que não há resistência da Administração
e da Seplag em relação a essa questão e que, inclusive,
o assunto já está sendo encaminhado. A diretoria cobrou
uma solução rápida.
Remoção na SRF/BH
Como houve notícias de que haveria remoção na Regional
BH, a diretoria foi confirmar a informação, bem como reivindicar
que, caso seja realizado o processo, que fossem observados os princípios
de justiça, transparência e democracia, obedecendo-se o ranking.
A SRH informou que desconhecia qualquer remoção e que iria
se inteirar do assunto, considerando, no entanto, prudentes as observações
do SINDIFISCO-MG.
Plus - isonomia
O SINDIFISCO-MG sempre se posicionou contrário ao plus,
e, a fim de corrigir injustiças, vem lutando para estendê-lo
aos que não foram contemplados. A diretoria reiterou a reivindicação
da categoria para que o plus seja dividido de forma isonômica. Foi
ressaltado pela diretoria que é mais uma injustiça que os
servidores em cargo de chefia, além de receberem pelo cargo efetivo
+ 30%, recebam, ainda, o plus diferenciado pelo cargo comissionado. Um
exemplo: do 6B ao F9, essa variação é de 17% a 44%
a mais que o início de carreira. A SRH manifestou resistência
em relação a essa questão.
Elaborado
pela Assessoria de Comunicação do SINDIFISCO-MG
Jornalista responsável: Valéria Mercadante/Marcela Souza
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