O jornal Diário do Comércio de hoje (03) destaca que "Acúmulo de licitações atrasa aportes estaduais - Para SINDIFISCO-MG, no 1º semestre, ou houve paralisia da máquina pública estadual ou foi estratégia do governo". De acordo com a SEF, "no primeiro semestre deste ano, no tocante aos investimentos, 19,57% do previsto para o período foram realizados. O número ficou abaixo de igual período do ano passado, quando 27% dos aportes em Minas haviam sido concluídos". A SEF informou, em resposta às críticas do presidente do Sindicato, que "esse fato pode ser explicado pela concentração das licitações nos primeiros meses do ano, sendo que o maior volume de investimentos acontecerá a partir do segundo semestre". Segundo, ainda, a matéria, em nota, o órgão afirmou à reportagem do Diário do Comércio que "ao Estado só interessa o equilíbrio das contas públicas, obtido em 2004 e mantido até hoje". O jornal salientou, também, a denúncia do presidente do SINDIFISCO-MG que "a redução dos gastos sociais - saúde, segurança e educação -, de 77% em 2002 para 40% neste ano, colocam uma trava em despesas correntes, como folha e custeio da máquina para sobrar recursos para investimentos, inversões financeiras e pagamento da dívida". O Novojornal.com de ontem (02) destacou que "Sindifisco diz que execução orçamentária de MG reflete modelo gerencial que tira dinheiro dos pobres para dar aos ricos".
Segundo divulgado no site do Novojornal, um dos poucos veículos mineiros que resistem à blindagem da mídia do governo Aécio, "descontente com o que vem sendo noticiado e diante do crescente número de acessos ao portal jornalístico pelo funcionalismo público estadual, a irmã do governador Aécio Cunha, Andréa, determinou que secretarias, autarquias e outras entidades, pertencentes ao governo de Minas Gerais bloqueiem o acesso de seus funcionários ao Novojornal". O funcionalismo denunciou o fato, através de e-mails enviados ao Novojornal, e já "houve protestos em várias repartições contra a 'censura' imposta por Andréa Cunha". O Novojornal ressalta, ainda, que "essa prática foi, inclusive, relatada a organismos internacionais que se dedicam a direitos civis. Ela comprova que infelizmente os atuais governantes de Minas não estavam preparadas para dirigir um governo de Estado, assim como não estão preparados para viver na democracia". A matéria termina destacando que "ao assumir o governo, utilizam o mesmo para reprimir aqueles que, por dever de ofício e na defesa da credibilidade de seus veículos, são obrigados a veicular notícias que apenas retratam as atitudes dos governantes. Melhor seria que estes, em vez de censurar, mudassem suas atitudes". Tal prática já é conhecida pelos auditores fiscais que, durante o último movimento reivindicatório, tiveram bloqueado o acesso ao site e e-mails do SINDIFISCO-MG, entre uma das inúmeras tentativas de retaliação do governo. Elaborado
pela Assessoria de Comunicação do SINDIFISCO-MG |
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