|
INFORME
SINDIFISCO-MG
|
Nš
200
|
|
|
18 de julho de 2007
|
|
| |
|
 |
SINDIFISCO-MG
PARTICIPA DE REUNIÃO NA SEPLAG |
| |
Em
pauta: temas relacionados ao desenvolvimento na carreira |
Depois
de várias manifestações e a vigília por
dois dias na porta da Seplag, com a participação de servidores
de diversas Secretarias, foi realizada na última quinta-feira
(19) reunião entre o subsecretário de Gestão, Frederico
César Silva Melo, e a Coordenação Intersindical,
com a participação do SINDIFISCO-MG. Foram discutidas
questões relacionadas ao desenvolvimento da carreira, tais como
promoção por escolaridade adicional (deslocamento do servidor
do nível em que se encontra), primeira progressão das
carreiras e reposicionamento, além de reivindicado o reajuste
dos servidores.
Confira,
a seguir, o posicionamento da Seplag sobre os temas discutidos.
Promoção por Escolaridade Adicional
As regras adotadas são as mesmas para todo o funcionalismo estadual.
Já foram contemplados os servidores das Secretarias de Saúde,
Educação, Meio-Ambiente e Administração Pública,
além dos servidores civis da Polícia Militar. Para as outras
Secretarias, entre as quais a SEF/MG, a previsão é de que
isso ocorra em janeiro de 2008.
1ª Progressão na Carreira
As categorias que cumprirem os requisitos previstos nas leis específicas
de carreira já terão direito à primeira progressão
a partir de setembro de 2007, a exemplo da Educação e Saúde.
No caso da carreira de auditor fiscal, a previsão é de isso
ocorra a partir de janeiro de 2008.
Reposicionamento
A Seplag alega que, por falta de recursos e de dados para alimentar o
Sisap, a previsão é de que essa questão, após
análise do impacto financeiro, seja solucionada somente em 2008.
Este é mais um caso de disputa política com o governo e
somente com muita luta e pressão, conseguiremos algum avanço.
Reajuste
Ao final da reunião, foi reivindicado o reajuste dos servidores
que não tiveram aumento. O subsecretário afirmou que, este
ano, nenhuma das categorias terá qualquer tipo de aumento, alegando
que o impacto dos reajustes concedidos à Fiscalização,
Polícia e Educação já comprometeu os recursos
disponíveis, ou seja, "estourou" o famigerado limite
da LRF, o que foi contestado imediatamente pelo presidente do SINDIFISCO-MG,
com base nos Relatórios de Gestão Fiscal. Segundo Lindolfo
Fernandes de Castro, sem entrar no mérito da discussão da
LRF, houve crescimento da receita e há folga no orçamento,
sendo possível a concessão dos reajustes reivindicados.
Como já
era previsível nesse ponto, a Seplag aproveitou a oportunidade
para estimular uma espécie de disputa entre os servidores das
diferentes carreiras, sugerindo - ironicamente - que as categorias contempladas
com o reajuste dividissem o "lucro" com as demais. Segundo
avaliação da diretoria do Sindicato, "é a
velha tática de dividir para enfraquecer, marca registrada deste
governo, mas que não 'cola" mais com as lideranças
dos servidores. Inclusive, todos reconhecem que o reajuste conseguido
pelos auditores foi resultado de luta e enfrentamento".
Elaborado
pela Assessoria de Comunicação do SINDIFISCO-MG
Jornalistas responsáveis: Marcela Souza / Valéria Mercadante
|