O presidente do SINDIFISCO-MG, Lindolfo Fernandes de Castro, e o diretor José Roberto Medeiros (Catraca), compareceram, hoje (27), no início da tarde, à Assembléia Geral da Polícia Civil Convidado para relatar a experiência dos auditores, Lindolfo Fernandes manifestou a solidariedade da categoria fiscal à luta dos servidores da Segurança e conclamou todo o funcionalismo a reagir contra o desmantelamento do serviço público no Estado. Para subsidiar suas declarações, o presidente do SINDIFISCO-MG apresentou dados sobre as contas do governo, entre os quais os gastos com a folha de pagamento do funcionalismo, mostrando como o "Choque de Gestão" tem sido feito às custas do sacrifício dos servidores. Observou que, diante de reivindicações salariais, o governo sempre alega impossibilidade em função do limite estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), mas, que, na hora da negociação, não considera as receitas renunciada e sonegada. Lindolfo Fernandes aproveitou, ainda, para criticar os benefícios fiscais ilegais concedidos pelo governo do Estado e a redução dos gastos sociais em relação à Receita Corrente Líquida. Por fim, enfatizou a importância de que a Polícia Civil esteja unida como categoria para enfrentar a pressão do governo. Ao final da Assembléia, os policiais deliberaram pela rejeição à proposta do governo - reajuste de 33% em três parcelas - e decretaram greve por tempo indeterminado, a partir do dia 02 de maio.
Elaborado
pela Assessoria de Comunicação do SINDIFISCO-MG |
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