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Nš
126
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16 de abril de 2007
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PARALISAÇÕES
CONTINUAM NESTA SEMANA |
Inicia-se
hoje mais uma série de paralisações, conjugadas com
black out silencioso e ações direcionadas, definida pelo
Comando Estadual de Mobilização. De segunda (16) à
quinta-feira (19), os Postos Fiscais paralisam suas atividades em todo
o Estado. Nesta terça (17), as Delegacias Fiscais e demais Unidades
também estarão paradas.
ATENÇÃO
AO CALENDÁRIO DESTA SEMANA
Arrecadação
zero, AI zero, DAF zero
Conforme
decisão do Comando Estadual de Mobilização, os
auditores fiscais não devem assinar a OS repressiva
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DOM
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SEGUNDA
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TERÇA
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QUARTA
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QUINTA
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SEXTA
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SAB
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15
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16
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17
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18
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19
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20
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21
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PFs:
ações direcio-nadas
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PFs:
paralisação de 8 horas + ações direcionadas
fora do horário da paralisação
DFs
e demais unidades: ações direcionadas
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PFs:
paralisação de 8 horas + ações direcionadas
fora do horário da paralisação
DFs
e demais unidades: paralisação de 8 horas
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PFs:
paralisação de 8 horas + ações direcionadas
fora do horário da paralisação
DFs
e demais unidades:
ações direcionadas; black out silencioso na
parte da tarde por 4 horas
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PFs:
paralisação de 8 horas + ações direcionadas
fora do horário da paralisação
DFs
e demais unidades:
ações direcionadas; black out silencioso na
parte da tarde por 4 horas
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Todas
as unidades fiscais: ações direcionadas
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PFs:
ações direcionadas
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CATEGORIA
CONTESTA TAMBÉM AÉCIO NEVES
A exemplo do SINDIFISCO-MG (Informe
Nº 119), a categoria também está rebatendo as declarações
do governador Aécio Neves (Jornal do Brasil - 09/04). Já
o fiscal Marcelo Barbosa, de Varginha, enviou texto para reflexão.
Vale a pena conferir!
PARA REFLEXÃO: "Contribuintes,
Doentes e Detentos"
Veja,
abaixo, as cartas enviadas pela categoria ao Jornal do Brasil.
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Prezados
Senhores;
Infelizmente,
em Minas Gerais as grandes questões que afetam a sociedade
não são debatidas pela imprensa. Enquanto a mídia
reverbera o repúdio à emenda 03 em todo o pais, aqui
em Minas Gerais a fiscalização fazendária vem
sendo coagida, por meio de Ordem de Serviço, a multar, de
acordo com a vontade da Administração, sem motivação
condizente com planejamento fiscal, jogando por terra os princípios
insculpidos no artigo 37 da Constituição Federal.
A título de informação, a Ordem de Serviço
é um instrumento administrativo onde, a partir de planejamento
prévio, são delineadas as atividades a serem exercidas
pelo Auditor Fiscal visando atingir as metas acordadas. O contribuinte,
exceto nos casos de flagrante, tem direito de conhecer o alcance
da Ordem de Serviço que o colocou sob ação
fiscal, por força do artigo 4º, inciso VI da lei estadual
13.515/2000. Mas o que está ocorrendo em Minas Gerais é
que a Administração Superior da Secretaria de Estado
de Fazenda, não conseguindo conter o movimento reivindicatório,
vem lançando mão da Ordem de Serviço como instrumento
coercitivo contra o fiscal. O que deveria ser um instrumento de
racionalização (Ordem de Serviço), em busca
da eficiência, transformou-se em verdadeiro assédio
moral, reduzindo a função fiscal ao mero cumprimento
de tarefas que não colaboram com a busca da justa distribuição
do peso dos tributos nas costas dos cidadãos. Portanto, há
que se fazer correção na matéria sob o título
GREVE FISCAL: não são os fiscais de Minas que estão
querendo receber por multa aplicada, e sim o Governo de Minas quem
está IMPONDO o sistema como forma de acabar com o movimento
reivindicatório. Com a fiscalização aterrorizada,
obrigada a multar para receber o salário, quem vai pagar
o pato?
Carlos
H. Peixoto
(Ipatinga)
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Não
procedem as alegações de Excelentíssimo Sr.
Governador do Estado de Minas Gerais Aécio Neves, sobre a
questão da mobilização em movimento classista
e reivindicatório dos Auditores Fiscais da SEF/MG. Construímos,
respaldando a Administração Tributária e Financeira
do Estado desde sua posse em primeiro mandato a frente do cargo
máximo do Executivo mineiro, uma sólida posição
econômica financeira, para colocar Minas Gerais na Segunda
colocação entre os Estados que mais arrecadam ICMS
no pais, devolvendo a sociedade mineira, a importância deste
Estado frente a nossa nação. No primeiro mandato do
atual governador, foi implantado modelo de gestão nos moldes
propostos na política econômica e administrativa do
seu partido, o PSDB, que em suma, possibilitaram as conquistas alardeadas
e propagandeadas pelo Sr. Governador, levando o Estado a sólida
condição econômica e Financeira. Entre as medidas
implantadas, deram-se inclusive retirada de conquistas históricas
da nossa categoria, enquanto SEF/MG, e também da condição
de funcionários públicos do Estado, e que cortando
inclusive sua "própria carne", abrindo mão
de direitos e garantias na remuneração básica
e outros direitos inclusive de aposentadoria, ensejaram enormes
perdas de direitos presentes e de expectativa futura. Hoje, em meio
a um processo de reivindicação, fomos surpreendidos
por alterações significativas para cálculo
dos nossos vencimentos, que em suma significam a colocação
de metas e objetivos de produção de autuações
para percebimento de nosso salário integral, pois o governo
se recusa a abrir negociações com nossa categoria
profissional e instituição do Estado. Tais metas vão
de encontro a princípios e instituições mínimas
de garantia do Estado Democrático de Direito, pois exercem
poder de pressão a funcionários de carreira típica
de Estado, em exercício do poder de polícia, agirem
contra o objetivo maior que justificam sua existência final,
que enquanto membros do poder executivo, zelamos pelo interesse
da própria sociedade garantindo meios para se estabelecer
os serviços básicos do Estado, pois terão de
correr atrás dos contribuintes que sustentam gerando riquezas,
os cofres do Estado, para perceberem seu próprio salário
e garantirem condições de sustento próprios
e de suas famílias. Temos, portanto, que alertar a sociedade
brasileira para este tipo de exercício de poder arbitrário
exercido pelo chefe do executivo mineiro, tratando-se de verdadeiro
terrorismo fiscal que se insere nesta forma de administrar uma crise
atual na sólida SEF/MG, instituição centenária
que se coloca hoje entre as mais sólidas e respeitáveis
instituições fazendárias no nosso pais, e para
tanto espero ter o presente publicado neste importante veículo
de comunicação a sociedade brasileira.
Nelson
S. Del Nero
(Conext-SP)
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Elaborado
pela Assessoria de Comunicação do SINDIFISCO-MG
Jornalista responsável: Valéria Mercadante
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