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Nš
106
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29 de março de 2007
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CONTINUIDADE
DO MOVIMENTO |
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Principal
decisão do Comando na reunião de ontem |
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Veja as fotos |
O
Comando Estadual de Mobilização reuniu, na
tarde de ontem (28) no SINDIFISCO-MG,
mais de 60 auditores fiscais - diretoria, representantes e voluntários
de todas as regiões do Estado. A participação representativa
demonstrou a disposição para a luta e a força da
campanha. Por unanimidade, foi aprovada, basicamente, a manutenção
do movimento no mesmo formato de março, com a definição
do calendário de ações para a primeira quinzena de
abril e a marcação de nova reunião do Comando.
AS
DECISÕES
REUNIÕES
DO COMANDO
Diante das medidas de retaliação do governo, as reuniões
do Comando Estadual de Mobilização serão realizadas
em intervalos menores de tempo para avaliações periódicas
do movimento. A próxima reunião será realizada no
dia 12 de abril.
ASSEMBLÉIA GERAL
Como a categoria
rejeitou espontaneamente a chamada "proposta definitiva" do
governo, tendo demonstra através de ato público (13/03)
e da manutenção das ações definidas para março,
o Comando Estadual de Mobilização entendeu
que não é momento para se convocar uma assembléia
geral para tratar desse tema, por não ter fato novo.
CALENDÁRIO
DE AÇÕES
O Comando Estadual identificou a necessidade de se direcionar
o tempo dos auditores fiscais, nos dias e horários de paralisação
e black out silencioso, para a discussão,
o nivelamento e detalhamento das ações direcionadas, contribuindo
assim para sua intensificação e obtenção mais
rápida dos resultados. À tarde, será divulgado o
novo calendário aprovado.
SUGESTÕES
As várias sugestões apresentadas durante a reunião
serão listadas e repassadas, em breve, aos representantes, para
discussão nas Unidades e retorno, via e-mail, ao Grupo de Trabalho.
ALTERAÇÃO
DA GEPI
A categoria deve repudiar veementemente a alteração na GEPI
(Resolução Nº 3867 Portaria Nº 044, publicadas
ontem no Minas Gerais) e o SINDIFISCO-MG
irá utilizar todos os meios jurídicos, administrativos e
políticos cabíveis contra tais normas. É inaceitável
a utilização da GEPI como forma de retaliação
do governo, em mais uma tentativa de enfraquecimento do movimento.
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"O
servidor fiscal que aceitar as manobras do governo e não
reagir estará cavando a sua própria sepultura.
Os
que cederem por medo estarão contribuindo para que se legitime
a ferramenta do MEDO na SEF/MG e, consequentemente,
fazendo com que doravante quaisquer ações na defesa
de dignidade da categoria fiscal produzam, como reação
dos eventuais detentores do poder, a retaliação cruel
através da alteração dos mecanismos da GEPI.
NÃO
SE TORNE ESCRAVO DO MEDO. A HORA É DE ENFRENTAR!"
A Diretoria
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Elaborado
pela Assessoria de Comunicação do SINDIFISCO-MG
Jornalista responsável: Valéria Mercadante
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