Como sempre acontece nos dias de paralisação geral, a diretoria do SINDIFISCO-MG compareceu, na manhã de hoje (20), à DF/BH (1, 3 e 4) para mais um debate com os servidores. O presidente do Sindicato percorreu os andares do edifício em um "arrastão amistoso", chamando os colegas para uma reunião no segundo andar. Atendendo ao chamado, os auditores se encaminharam ao local, mas foram surpreendidos pelo superintendente Gladstone Almeida Bartolozzi que, de maneira autoritária e truculenta, orientava-os a deixarem o lugar, ao mesmo tempo em que tentava impedir que um funcionário do SINDIFISCO-MG instalasse o aparelho de som que seria usado durante a reunião. Não bastasse a tentativa de intimidação, o superintendente repetiu o gesto da semana anterior e, novamente, trancou a porta do salão. Ao chegar ao segundo andar, o presidente do Sindicato já encontrou a porta fechada e, depois de bater insistentemente, foi recebido pelo superintendente que, segundo relato de alguns presentes, estava bastante nervoso e alterado. Travou-se, então, uma acirrada discussão entre os dois. A categoria acompanhou tudo e não se deixou intimidar pelas ameaças. Contrariando ordem do superintendente, os fiscais ocuparam o segundo andar do prédio e, finalmente, puderam realizar a reunião.
A DF/BH também foi palco, ontem, de outra arbitrariedade cometida pelo superintendente Gladstone Almeida Bartolozzi que, na impossibilidade de impedir reunião entre o Sindicato e os servidores, procurou, pelo menos, dificultar a realização do encontro, cedendo o salão do segundo andar a um outro evento. Apesar do transtorno, os auditores não cederam à pressão e, mais uma vez, se reuniram com a diretoria do Sindicato no hall de entrada da Delegacia. A tônica do debate foi a organização do ato público desta terça (20) em solidariedade ao colega Leonardo Gil Salgado e as tentativas da Administração de repressão ao movimento.
Elaborado
pela Assessoria de Comunicação do SINDIFISCO-MG |
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