Assim que foram identificados erros nos contracheques de fevereiro dos auditores fiscais, cujos valores vieram "zerados", o SINDIFISCO-MG entrou em contato, por diversas vezes, com a SEF e Seplag, recebendo informações imprecisas. O mesmo caso foi constatado em outros órgãos, prejudicando 5.000 servidores. Indignadas, as lideranças sindicais do funcionalismo estadual estiveram, na tarde de ontem (7) na Seplag, pressionando para serem recebidos, com objetivo de reivindicar uma solução urgente para a questão. Depois de muita insistência, o grupo foi recebido pelo subsecretário de Gestão, Frederico César Silva Melo. Representando o SINDIFISCO-MG, participou da reunião a vice-presidente Maria Helena de Freitas Campos. Questionado sobre o que efetivamente ocorreu, o subsecretário atribuiu a falha à implantação de novo módulo do SISAP, mais eficiente e sofisticado, que, entretanto, não conseguiu fazer a correta migração de todos os dados dos servidores. Segundo ele, os erros foram detectados na segunda-feira (5), mas somente identificados na quarta (7). NOVA
FOLHA SERÁ PROCESSADA As lideranças sindicais reivindicaram uma intervenção junto ao Banco Itaú para que não haja nenhum prejuízo para o servidor, decorrente da falta de provisão de fundos neste período, bem como à Copasa e à Cemig para que não fosse cobrada nenhuma multa nem cortado fornecimento de água e energia pelo atraso de pagamento. Segundo Renato Barros, coordenador da Intersindical, existe uma lei que proíbe a cobrança de encargos, em caso de atraso nos pagamentos do funcionalismo estadual. Ao final, o subsecretário assumiu o compromisso de oficializar a questão, enviando correspondência às lideranças sindicais, detalhando o ocorrido e definindo o dia 14 como data-limite do pagamento a estes servidores.
Elaborado
pela Assessoria de Comunicação do SINDIFISCO-MG |
|||||||||||