A sétima série de paralisações tem repetido o sucesso das paralisações anteriores, com adesão quase total em todas as unidades do Estado. Durante todo o dia o presidente do SINDIFISCO-MG, Lindolfo Fernandes de Castro, acompanhou a paralisação na DF/BH (1, 3 e 4), onde fez o arrastão amistoso e conversou com os colegas sobre as perspectivas para o movimento.
No turno da manhã, os diretores Samir Hobaica e Rogério Ferreira se reuniram com 22 colegas do Posto Fiscal Antônio Reimão de Melo, de onde acompanhou a paralisação no Estado. Comprovando a força do movimento, a reunião também contou com as presenças dos fiscais que estavam de folga e fizeram questão de comparecer para discutir com os colegas as ações de luta e os rumos da campanha salarial. Os fiscais também aproveitaram a presença da diretoria para discutir uma outra questão, de grande interesse do grupo: as atribuições privativas do auditor fiscal, principalmente daquele que trabalha em Posto Fiscal. A discussão deixou claro que existe uma indignação com relação à postura ilegal da atual Administração, que insiste em delegar a outra categoria atividades exclusivas do fisco. Após intenso debate, os colegas decidiram iniciar imediatamente um movimento pela padronização das atividades fiscais realizadas nos Postos Fiscais, visando à preservação das atribuições privativas dos auditores, ameaçadas por projetos obscuros desta Administração. Deliberou-se, também:
AS JUSTIFICATIVAS DE QUEM NÃO PAROU - Contrariando a posição da grande maioria dos auditores, que têm se empenhado em manter a unidade e coesão nas ações de luta definidas pelo Comando Estadual de Mobilização, fiscais de algumas unidades não aderiram à paralisação desta terça, 6 de março. O SINDIFISCO-MG apurou que, entre os Postos Fiscais, apenas o PF Orlando Alves de Lima, em Paracatu, não aderiu à proposta. A explicação é a mesma dos outros dias: no local há apenas um auditor que, por estar em estágio probatório, não tem aderido às paralisações. Quanto às Delegacias Fiscais, não paralisaram suas atividades as DFs de Patos, Passos e Unaí. Na DF de Patos foi informado que cinco auditores não pararam por estarem em estágio probatório e, os demais, por opção. Na DF de Passos a alegação foi a de que todos os auditores estavam em serviço externo. A informação passada pela DF de Unaí é a de que os sete auditores da unidade estão em estágio probatório e, portanto, não aderiram à paralisação. Na DF/BH (1,3 e 4) alguns colegas também não aderiram à paralisação desta terça, 6 de março. São fiscais que, desde o início do movimento, têm insistido em seguir na contramão das decisões da AGE, demonstrando total ausência de espírito classista. A questão foi inclusive, bastante discutida, hoje, nas reuniões entre a diretoria e os fiscais daquela unidade. Foi decidido que os representantes farão reuniões com esses colegas para saber o motivo da não participação e conclamá-los para adesão ao movimento. Elaborado
pela Assessoria de Comunicação do SINDIFISCO-MG
Jornalista responsável: Marcela Souza |
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