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INÍCIO
DE MAIS UMA SÉRIE DE PARALISAÇÕES |
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A
força do movimento está na coesão nas ações |
Inicia-se
hoje mais uma série de paralisações definidas pelo
Comando Estadual de Mobilização. De segunda (5) à
quinta-feira (8), os Postos Fiscais paralisam suas atividades em todo
o Estado. Nesta terça (6), as Delegacias Fiscais e demais Unidades
também estarão paradas.
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ATENÇÃO
AO CALENDÁRIO DESTA SEMANA
Arrecadação zero, AI zero, DAF zero
PARALISAÇÕES DE OITO HORAS - De 9h às 17h
POSTOS FISCAIS: DIAS 5, 6, 7 e 8
DELEGACIAS E DEMAIS UNIDADES: 6
BLACK OUT SILENCIOSO DE 4 HORAS
Na TARDES dos DIAS 7
e 8: DELEGACIAS E DEMAIS UNIDADES
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ESCLARECIMENTO À SOCIEDADE
Neste domingo, o SINDIFISCO-MG publicou,
no jornal Estado de Minas, mais uma carta aberta à população,
informando que as paralisações continuam neste mês.
Confira abaixo.
Estado
de Minas, 4 de março de 2007 - 1º Caderno, Seção
Política, Pág. 8
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ESTADO
NÃO ESTÁ COMBATENDO A SONEGAÇÃO
Em
campanha salarial desde novembro de 2006, os fiscais da Receita
Estadual de Minas Gerais decidiram prosseguir com as paralisações
em todas as unidades do Estado. Para o mês de março
estão programadas três séries de paralisações:
do dia 5 ao dia 8, de 19 a 22 e de 26 a 29.
Em
entrevistas recentes, o vice-governador, Antônio Augusto Anastasia,
tem declarado que, em quatro anos, a receita do Estado ultrapassou
a da região Sudeste. O Sindicato da categoria - SINDIFISCO-MG
- lembra que foi o trabalho direto da fiscalização
que elevou em 77% a receita do Estado, alçando Minas Gerais
à condição de 2ª maior arrecadação
do País, situação que, por diversas vezes,
mereceu o elogio público do governador Aécio Neves.
Entretanto,
entre o discurso e a prática há uma enorme distância.
Apesar de contribuir diretamente para o crescimento, os fiscais
mineiros não contam com o reconhecimento e a merecida valorização
profissional por parte do governo. Os salários da categoria
estão bastante defasados e o piso salarial encontra-se, hoje,
em 18º lugar em relação ao dos demais Estados.
Os
fiscais criticam o descaso do governo, que não tem se empenhado
em buscar uma solução rápida para o problema
e denunciam: enquanto perdurar o impasse, o Estado está deixando
de combater a sonegação e os crimes dela decorrentes.

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REUNIÃO
EM MONTES CLAROS
Em continuidade aos debates locais, o presidente do SINDIFISCO-MG,
Lindolfo Fernandes de Castro, esteve, na última sexta-feira (3)
em Montes Claros, reunindo-se com 42 fiscais da região, ativos
e aposentados. O presidente parabenizou os colegas SRF VI, que vêm
cumprindo todas as decisões do Comando Estadual de Mobilização
e as orientações do Sindicato.
Veja
as fotos
O
presidente fez um relato sobre o movimento e as perspectivas de negociação,
ressaltando a necessidade da estruturação da categoria para
um longo período de enfrentamento. Esclareceu, ainda, sobre o envolvimento
dos ocupantes de cargos comissionados e a importância de intensificação
da luta pelo apoio e adesão efetiva desses colegas. "O movimento
é justo e não há a mínima chance nesse governo
de conseguirmos avançar, em termos salariais, sem luta", ressaltou.
Os
participantes da reunião reivindicaram o início efetivo
das ações direcionadas; o presidente informou que, de acordo
com o novo calendário, elas serão implementadas a partir
de 14 de março.
"Apesar
da ansiedade de alguns na solução do impasse, temos
demonstrado ao governo a nossa disposição para a luta,
ainda que seja longa. O que vai colocar o Sindicato na mesa de negociação
- e com condições de avanço -
é a força da nossa luta", ressaltou o presidente. |

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MINAS
PERDE R$ 10,7 MI COM VENDA DE BANCO |
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Um
negócio da China! |
Matéria
publicada ontem (4) no jornal Folha de São Paulo destaca que "a
liquidação judicial do Banco Open, que faliu nos anos 90,
acabou muito mal para o governo de Minas Gerais". Vejam só
que competência: segundo a matéria, o Estado de Minas Gerais,
ex-maior credor do banco, vendeu seus créditos, em leilão
privado, por R$ 1,7 milhão em junho de 2006; sete meses depois,
a justiça do Rio pagou R$ 12,4 milhões pelos créditos.
E mais: esses créditos pertenciam à estatal MGI, subordinada
à SEF/MG.
Confira a matéria: FSP
- 04/03
Elaborado
pela Assessoria de Comunicação do SINDIFISCO-MG
Jornalista responsável: Valéria Mercadante
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