Foram OITO dias de paralisação e SEIS dias de black out silencioso, com resultado positivo para o movimento. Em janeiro de 2007 (aí incluídos os dias 1 e 2 de fevereiro), o SINDIFISCO-MG registrou adesão de quase 100% dos servidores às estratégias de luta, confirmando a disposição da categoria de lutar por um salário digno e condizente com a importância de sua função para o Estado e a sociedade. Paralelamente às ações, foram contabilizadas novas adesões de comissionados e novos termos de compromisso assinados por auditores, que já chegam a 1.095. No período, foram registradas algumas ações isoladas de fiscais que não aderiram à proposta de paralisação, mas, que, graças ao compromisso e ao empenho dos demais, não chegaram a comprometer o movimento. De qualquer forma, é lamentável que alguns colegas demonstrem total ausência de espírito coletivo e insistam em caminhar na contramão do movimento, cujo objetivo é a valorização profissional de toda a categoria. A julgar pela reação do governo - reuniões com as superintendências, OS específica e outras tentativas de intimidação - nosso movimento está dando resultado e chamando atenção para um problema que já dura quatro anos e tende a se agravar se não for enfrentado com a devida urgência pela SEF/MG: a defasagem salarial da fiscalização mineira e a enorme insatisfação dos servidores. Apesar
do impacto negativo na receita, o governo continua intransigente e não
tem demonstrado nenhum empenho em encontrar uma solução
para o problema salarial da fiscalização. Enquanto não
há acordo, o movimento prossegue em todo o Estado. Na próxima
semana, o SINDIFISCO-MG divulga o
calendário de ações previstas para fevereiro, incluindo
novas paralisações, black outs silenciosos (às
3ªs, 4ªs e 5ªs) e demais ações de interferência
na receita. Elaborado
pela Assessoria de Comunicação do SINDIFISCO-MG |
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