Nesta terça, 16 de janeiro, os servidores de todas as delegacias, postos e demais unidades onde há atividade fiscal, devem adotar a estratégia do black out silencioso de 4 horas durante o turno da tarde. Isso significa não ligar os computadores, não atender o telefone e não realizar atendimento ao público. Permanece a orientação para que os fiscais fiquem nas repartições e aproveitem o tempo livre para conversar sobre o movimento. O envolvimento e adesão de todos os auditores à proposta do black out, é fundamental para a luta da categoria, sobretudo frente à posição do governo, manifestada durante a primeira reunião com o secretário Simão Cirineu. A diretoria do SINDIFISCO-MG sempre soube que essa não seria uma luta fácil e, diante da intransigência da Administração, não tem dúvida de que a postura da categoria deve ser a de continuar firme na luta, empenhada em seguir as estratégias definidas pelo Sindicato. Não restam dúvidas de que nossas ações estão tendo grande impacto nas contas públicas. Na última reunião, a Administração chegou, inclusive, a manifestar sua preocupação com o efeito da paralisação nos postos, delegacias e demais unidades. Na ocasião, o presidente do SINDIFISCO-MG disse ao secretário que a SEF/MG estava arriscando perder R$ 100 milhões, por não abrir mão de R$ 16 milhões, valor equivalente ao impacto mensal do reajuste pleiteado pela categoria. Ou seja; se continuarmos firmes e coesos em nossas ações, temos grande chance de sair vitoriosos dessa luta.
Elaborado
pela Assessoria de Comunicação
do SINDIFISCO-MG |
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