| PARA
REFLETIR E DEBATER COM OS COLEGAS
“Vivemos
um momento de profundas mudanças, não somente no âmbito
da SEF/MG, segundo “choque de gestão”, como
também na esfera federal com a implantação
do imposto Supersimples. Sabemos que toda mudança traz
consigo alterações profundas, refletindo em pontos
que, inicialmente, nem seriam o alvo almejado.
No
momento, lutamos por uma política salarial mais justa
que envolva a todos: aposentados, fiscais na pasta e comissionados.
Indiferentemente às convicções pessoais
de cada membro destas três classes, devemos lutar sempre
pela melhoria do conjunto, pois, hoje como ativo, amanhã poderemos
estar inativos; hoje na pasta, amanhã poderemos estar
como comissionados.
Sendo
assim, e devido a e-mails recentemente recebidos pelo Sindicato
a respeito de um possível aumento para comissionados,
que possa distanciá-los muito da classe como um todo,
vimos manifestar o posicionamento dos fiscais da sede da DF/Ubá,
após reunião realizada agora em janeiro.
Somos
favoráveis a um aumento para os comissionados, dado que
o cargo requer responsabilidades. Entretanto, sugerimos que haja
um mecanismo de rodízio nos cargos, limitando-se o tempo
máximo de permanência para dois anos, talvez com
prorrogação. Tal fato traria maior oxigenação às
chefias da SEF, propiciando modernização, ponderação
nas tomadas de decisões, chefias mais envolvidas com os
processos de execução, sem contar que se neutralizaria
o fantasma que o SINDIFISCO-MG parece temer: a coronelização
da Secretaria da Fazenda.
Atenciosamente,
Fiscais
da Sede da DF/Ubá
Janeiro de 2007”. |