Apesar da frustração diante do resultado da primeira reunião com o novo secretário de Fazenda, Simão Cirineu, a categoria fiscal decidiu inverter o jogo e intensificar a mobilização. Se o objetivo era desestimular o movimento e enfraquecer a disposição para a luta, a Administração conseguiu exatamente o contrário. Ao descaso do governo os fiscais respondem com determinação. As adesões de 100% dos Postos Fiscais à paralisação desta quinta-feira, e de 100% das delegacias e demais unidades ao black out silencioso são a maior demonstração de que o Fisco sabe exatamente o que quer e não se deixará abater diante da dificuldade. O governo pediu tempo e, em contrapartida, prometeu começar a pensar no problema daqui a 60 dias. O Sindicato respondeu que a categoria não acredita mais em promessas e que as ações de interferência na receita prosseguirão até que a questão seja tratada com a seriedade que merece e a Administração acene com uma proposta concreta de negociação. Até que isso ocorra, cabe a cada um a responsabilidade de garantir a continuidade e a força do movimento, seguindo as orientações de luta do Sindicato e estimulando os colegas a fazerem o mesmo.
Elaborado
pela Assessoria de Comunicação do SINDIFISCO-MG |
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