O presidente do Sindicato destacou a importância das reuniões internas, como as realizadas semanalmente pelos fiscais da DF Sete Lagoas para discussão de questões de interesse da categoria. A diretoria do SINDIFISCO-MG continuará promovendo reuniões locais na capital e interior.
Na tarde de ontem (26), o presidente do SINDIFISCO-MG e o diretor Luiz Eduardo Modesto estiveram com o subsecretário do Tesouro Estadual, Leonardo Lima, para discutir tecnicamente a proposta de política remuneratória, apresentada pelo governo na última reunião com as lideranças sindicais do funcionalismo estadual em 21 de julho. Segundo a proposta do governo (divulgado no Informe Nº 94), a concessão de reajustes será condicionada ao resultado fiscal não negativo no exercício anterior, ao limite prudencial da LRF e à expansão de investimento acima da de custeio no período anterior. Entre outros pontos, o presidente do Sindicato levantou:
Após ouvir os pontos levantados pelo SINDIFISCO-MG, o subsecretário do Tesouro afirmou que o governo vai estudar uma forma de estabelecer um controle sobre as despesas correntes (de custeio) e um limite para expansão de investimento. Veja, abaixo, como o choque de gestão do governo Aécio foi feito em cima do servidor.
Além disso, a diretoria do SINDIFISCO-MG novamente manifestou, ao subsecretário do Tesouro, a preocupação em relação à conta-salário, citando o caso de um fiscal, ao qual ainda não foi concedido o “Cartão Conta-Sal ário” pelo Banco Itaú. Elaborado
pela Assessoria de Comunicação
do SINDIFISCO-MG |
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