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INFORME
SINDIFISCO-MG
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Nš 91
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14
de julho de 2006
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SINDIFISCO-MG
PARTICIPA DE REUNIÃO
NA SUBSECRETARIA DA RECEITA ESTADUAL
Diretoria do Sindicato apresentou várias reivindicações
da categoria
Nessa quinta-feira
(13), a diretoria do SINDIFISCO-MG, representada pelo presidente, Lindolfo
Fernandes de Castro, e pelos
diretores Luís
Eduardo Modesto e Ronaldo Tognarelli reuniu-se com o subsecretário
da Receita Estadual, Pedro Meneguetti. A reunião também
contou com as presenças dos assessores Antônio Vaz de
Melo e Jorge Schmidt, das diretoras da SRH Maria de Lourdes Ferreira
Machado e Débora Muzzi, além da assessora Marlene Saldanha.
Durante o encontro foram debatidos temas de interesse da categoria,
ficando acertados os seguintes encaminhamentos:
REGULAMENTAÇÃO
DA LEI DE CARREIRA: Apesar de
estarmos em ano eleitoral, o Sindicato ponderou que há necessidade
de começar a discussão sobre o tema.
AVALIAÇÃO
DE DESEMPENHO INDIVIDUAL: a SRH vai
analisar o material produzido pelo SINDIFISCO-MG em 2005, que trata da
ADI como um todo. Em seguida, SRH e Sindicato deverão se reunir
para tratar, em caráter emergencial, da possibilidade de eleição
dos membros da comissão paritária de recursos, prevista
para atuar analisando os recursos relativos às avaliações
realizadas em junho de 2006. A principal finalidade é a construção
de um regulamento próprio para a SEF, adaptado à realidade
do Fisco mineiro.
ADE
PARA OS SERVIDORES QUE ENTRARAM APÓS JULHO/2003: o SINDIFISCO-MG reivindicou a inserção imediata, nas pautas
com a SEF e a Seplag, da regulamentação do Adicional de
Desempenho (ADE), alertando que esta é uma matéria que,
por envolver todo o funcionalismo, demandará bastante tempo para
chegar a bom termo, e que, no caso da SEF, já deverá produzir
efeitos concretos no início de 2008.
CURSO
DE ESPECIALIZAÇÃO À DISTÂNCIA: O SINDIFISCO-MG já vinha reivindicando, desde o ano passado, a
realização de cursos de pós-graduação à distância
e chegou a participar, junto com alguns colegas de Juiz de Fora, de uma
reunião com o subsecretário Pedro Meneguetti para tratar
dessa questão. A reivindicação do Sindicato à época
foi a de que, uma vez aceita a proposta, o processo de seleção
dos candidatos fosse justo e o mais democrático possível,
dando a todos os colegas a oportunidade de participar. Pois bem, o governo
autorizou o primeiro curso, na área de Direito Tributário,
com 200 vagas, mas o critério estabelecido foi o da proporcionalidade
entre o número de vagas e o número de fiscais de cada regional.
Durante a reunião, o SINDIFISCO-MG reivindicou que haja critério
justo de seleção, caso o número de voluntários
seja maior do que a oferta de vagas. Diante disso, o subsecretário
comprometeu-se a estudar a questão.
INCIDÊNCIA, SOBRE A CONTA RESERVA, DOS QÜINQÜÊNIOS
ADQUIRIDOS ENTRE 1998 E 2003: O SINDIFISCO-MG já havia se manifestado
contrário à solução dada pelo governo de
transformar a parcela incidente sobre a GEPI em vantagem pessoa. Sem
entrar na discussão de mérito, o Sindicato reivindicou
a correção do erro verificado no contracheque de junho.
Conforme já comunicado anteriormente, no cálculo do qüinqüênio
no contracheque de junho não foi incluído o valor da conta
reserva. O SINDIFISCO-MG, então, reivindicou o pagamento da diferença.
A SEF entende que foi um erro porque a conta reserva é GEPI. A
Seplag, entretanto, não partilha desse entendimento. Assim, a
situação ainda está pendente de solução
e o Sindicato já está agendando reunião com a Seplag
buscando uma solução para a matéria.
PAGAMENTO
DE DIÁRIA PARA GRANDES DESLOCAMENTOS: O SINDIFISCO-MG
já havia reivindicado à SEF o pagamento de diária
para cobrir os grandes deslocamentos dos funcionários que estiverem
incluídos em “pacotes de hospedagem” para participação
em cursos. Fomos informados que a Auditoria Geral já construiu
uma proposta de alteração do Decreto das diárias.
O Gabinete da SEF está analisando e, após sua anuência,
a proposta seguirá para discussão junto à SEPLAG.
O Sindicato também ponderou sobre a necessidade de aumentar o
valor da diária e a resposta obtida foi a de que já houve
esse aumento.
TABELA
DE VENCIMENTOS PARA CARGOS COMISSIONADOS: a SEF, atendendo
ao pedido do SINDIFISCO-MG, irá incluir este tema na discussão
com a Seplag acerca da regulamentação da Lei de Carreira
(vide 1º item, acima). A mesma reivindicação foi apresentada
pelo Sindicato à Seplag, que afirmou que tratará a questão
como prioridade.
REMUNERAÇÃO DO CARGO EFETIVO + 20% DA REMUNERAÇÃO
DO CARGO COMISSIONADO: O SINDIFISCO-MG havia feito consulta à SEF
sobre a possibilidade de retroação a janeiro de 2006 do
pedido de opção, pelos ocupantes de cargos comissionados,
para receber a remuneração do cargo efetivo, acrescida
de 20% da remuneração do cargo comissionado. A informação
que obtivemos é a de que a SRH já fez uma consulta formal à Advocacia
Geral do Estado e aguarda resposta.
DESPESAS
DE ACIDENTE COM VEÍCULO OFICIAL: O SINDIFISCO-MG
sempre se posicionou contrário ao pagamento, pelo AFRE, das despesas
relativas a acidente ocorrido com veículo oficial. Durante a reunião,
reivindicou que a questão seja tratada como risco inerente à função
e observou que é uma incoerência a cobrança judicial
antes da apreciação do TCE, reivindicando uma solução
para o problema, que não seja a penalização do servidor.
O Sindicato está verificando a informação de que
o Tribunal de Contas tem entendido ser indevida esta cobrança
por parte do Estado e solicitou, portanto, que se busque junto à Advocacia
Geral do Estado uma forma de suspender as cobranças até que
aquele Tribunal se manifeste sobre cada caso. A SEF concordou em encaminhar
a questão.
SUBTETO: O SINDIFISCO-MG reivindicou uma solução
definitiva para a questão, de forma a evitar que seja preciso
a toda hora recorrer à Justiça, atrelando o subteto ao
subsídio do desembargador. A solução ideal, no entendimento
do Sindicato, seria instituir um subteto único para não
gerar discriminação.
PISO
SALARIAL: Preocupado com a evasão de fiscais do
Estado e com o enfraquecimento da carreira, o SINDIFISCO-MG reivindicou
que a questão do piso salarial seja melhor avaliada pelo governo
porque, apesar do aumento obtido com a aprovação da Lei
das Tabelas, o piso dos servidores mineiros ainda encontra-se num patamar
ruim, em comparação com o de outros Estados e dada a importância
de Minas Gerais no cenário nacional. Foi entregue ao subsecretário
uma relação dos pisos salariais de outros 16 estados brasileiros,
colhida pessoalmente pelo presidente do SINDIFISCO-MG durante a penúltima
reunião da Fenafisco. Lindolfo Fernandes mostrou ao subsecretário
que, segundo a relação entregue, apenas três estados
têm pisos inferiores ao praticado em Minas Gerais.
AUTONOMIA
DA ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA
Também nesta quinta-feira (13), o SINDIFISCO-MG esteve reunido
com os professores Mizabel Derzi e Sacha Calmon para discutir a proposta
de um parecer sobre o alcance dos Dispositivos Constitucionais (Art.
37. XXII, 167 etc) que venha subsidiar a luta pela autonomia da Administração
e a construção de uma proposta sobre Administração
Tributária que aplique eficazmente o Sistema Tributário,
buscando a confiança pública em sua atuação,
bem como o cumprimento espontâneo das obrigações
tributárias para contribuir ao bem-estar da comunidade.
No final
da tarde, o presidente do SINDIFISCO-MG se reuniu com os novos AFREs,
que estão em treinamento, para dar as boas vindas aos colegas
e apresentar o Sindicato. Ele falou da importância da filiação à entidade
para o fortalecimento da categoria e para o sucesso das suas reivindicações,
entre as quais citou como exemplo a elevação do piso salarial.
Elaborado
pela Assessoria de Comunicação
do SINDIFISCO-MG
Marcela Souza
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