INFORME SINDIFISCO-MG

Nš 146

25 de outubro de 2006
 

POLÍTICA REMUNERATÓRIA
     Lideranças sindicais se mobilizam para interferir junto à ALMG

A convite da Diretoria Executiva da Intersindical, o presidente do SINDIFISCO-MG participou, ontem (24), de uma reunião para analisar as Diretrizes da Política Remuneratória enviadas pelo governo do Estado à Assembléia Legislativa (ALMG) e posicionar-se a respeito. Após os debates, predominou o entendimento de que essa Política Remuneratória poderá representar um retrocesso e/ou uma ameaça aos futuros direitos dos servidores.

Não há necessidade dessa Lei para pagar os direitos que são contemplados em outras normas. A Lei condicionará todos os futuros direitos (reajustes, cargos efetivos e comissionados, gratificações, promoções, progressões, ADE etc) à existência de recursos calculados na forma da referida norma. Para se ter uma idéia, se os 12 meses encerrassem em agosto de 2006, os recursos disponíveis girariam em torno de R$ 428 milhões (2,02% da RCL), o que representaria algo em torno de 3% a 4% da Folha do Executivo, valor insuficiente até para pagar as promoções/progressões e ADE.

As lideranças sindicais já estão se mobilizando para interferir junto à Assembléia Legislativa de Minas Gerais, marcando reuniões com a bancada da minoria, com a Seplag e com a liderança do governo na ALMG.

Elaborado pela Assessoria de Comunicação do SINDIFISCO-MG
Marcela Souza