Com objetivo de mobilizar a categoria, a diretoria do SINDIFISCO-MG continua promovendo reuniões no interior. Na última sexta-feira (1º de setembro), o presidente do Sindicato, Lindolfo Fernandes de Castro, esteve, pela manhã, na Delegacia Fiscal de Ipatinga, onde cerca de 70% dos fiscais em exercício é proveniente do último concurso. No turno da tarde, esteve na Superintendência III, em Governador Valadares, onde se reuniu com servidores da ativa e colegas aposentados da região. Nas reuniões, o presidente destacou a importância de construção de uma pauta de reivindicações que una a categoria, contemplando questões que interessam a todos, como piso, vencimento e GEPI, política salarial e subteto. Também foram abordadas questões como o pesadelo de dirigir veículos oficiais, situação que tem se agravado a cada dia; e as pendências relacionadas à nova carreira, que deverão ser resolvidas pela via judicial. Lindolfo Fernandes explicou que, em todas as lutas, a estratégia adotada pela diretoria é a discussão em fóruns coletivos e aproveitou para conclamar os servidores a participarem da próxima Assembléia Geral, marcada para o dia 12 de setembro, em Belo Horizonte, quando serão discutidas e votadas questões de interesse dos servidores - autorização para ajuizamento de ações coletivas, reivindicando o correto enquadramento de ativos e aposentados; direção de veículos oficiais etc. Durante os encontros, o presidente do SINDIFISCO-MG também conversou com os servidores sobre a necessidade de ação incisiva para envio, logo após as eleições, das tabelas de cargos comissionados. Abordou, ainda, a questão dos apostilados e a preocupação com as atribuições dos AFREs, que serão regulamentadas por decreto. Em relação à ADE, afirmou que a Seplag, em recente contato, informou que haverá alteração na legislação, através de decreto, a fim de simplificar e tornar claros os pontos que geram dúvidas, tais como periodicidade e percentual. Lindolfo Fernandes também comentou com os colegas a repercussão positiva da cartilha "Quem bancou o ajuste fiscal?", lançada recentemente pelo Sindicato, que está subsidiando discussões de candidatos com a sociedade e despertando o interesse de diferentes públicos. O governo deve anunciar, amanhã (5) na reunião do Conselho Monetário Nacional, medidas que tornem obrigatória, em vez de facultativa, a abertura de conta salário pela empresa e que permitam ao trabalhador transferir dinheiro, sem custos, para o banco de sua preferência. A decisão deverá sair via medida provisória. Enquanto isso, as empresas fazem leilão de folhas de pagamento entre instituições financeiras, que desembolsam valor para ter funcionários como clientes. Confira: matéria na Folha de São Paulo - 04/09 Elaborado
pela Assessoria de Comunicação
do SINDIFISCO-MG |
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