A repercussão da cartilha Quem bancou o ajuste fiscal? – Superávit para Minas e arrocho salarial para os servidores do Executivo, editada pelo SINDIFISCO-MG com objetivo inicial de esclarecer a sociedade e o próprio servidor público, está superando as expectativas. As informações contidas na publicação estão subsidiando matérias na imprensa e o debate de candidatos a cargos políticos nas eleições 2006. Com freqüência entidades de classe, diretórios acadêmicos e outros têm solicitado a cartilha ao Sindicato. O interesse pela publicação tomou dimensões ainda maiores a partir da publicação, no dia 13 de agosto, pelo jornal Folha de São Paulo, de matéria denunciando maquiagem contábil nos gastos de saúde pelo governo de Minas. Baseada em dados oficiais, publicados no diário oficial do Estado, a cartilha demonstra que o alardeado “ajuste fiscal” do governo Aécio, que colocou todo o sacrifício nos ombros dos servidores estaduais e das camadas mais carentes da população, não passa de mais um jogada de marketing. Candidatos ao governo de Minas procuraram o SINDIFISCO-MG em busca de informações sobre o desempenho do Estado nos últimos anos, sobretudo em relação à arrecadação de ICMS, gastos sociais (saúde, educação, segurança) e política de valorização do funcionalismo. Em entrevistas à imprensa e nos programas eleitorais chegam a citar informações retiradas quase que literalmente da cartilha editada pelo Sindicato. Veja o que andam dizendo alguns dos candidatos: “A conta da Cemig é a mais cara do Brasil, ela pesa mais no orçamento do que comida e aluguel. Um terço da conta de luz vai para o governo através do ICMS, um imposto estadual. E ele é o mais caro do Brasil para o consumidor, inclusive para a pessoa de baixa renda. Ao invés de desenvolver políticas sociais para transferir renda do setor rico para o setor pobre, aqui fazem o inverso, é do pobre para o rico”. Elaborado
pela Assessoria de Comunicação
do SINDIFISCO-MG |
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