“ Aécio maquiou os gastos com saúde no governo de MG”. Esta foi uma das manchetes do jornal Folha de São Paulo, de ontem, 13 de agosto. A reportagem, do jornalista Frederico Vasconcelos, enviado especial a Belo Horizonte, denuncia que “o artifício ocorreu no período em que Aécio lançou os programas de ‘déficit zero’ e ‘choque de gestão’, carros-chefes da campanha para a reeleição em outubro. Ou para uma eventual disputa pela Presidência da República em 2010”, Destaca, também, a “blindagem” do governador na mídia mineira. Para a reportagem,
a Folha de São Paulo entrevistou o presidente
do SINDIFISCO-MG, Lindolfo Fernandes de Castro, que, novamente, abriu o
debate na mídia sobre o “Choque de Gestão” e
a legalidade do contrato INDG-Governo de Minas. A matéria destaca
a luta vitoriosa do Sindicato contra a atuação do INDG no
Estado, bem como a tentativa de terceirização de atividades
exclusivas de Estado.
“O banco de dados fiscais de contribuintes não pode ser escancarado para os financiadores da campanha do governo mineiro, sob pena de serem usados indevidamente. Uma empresa privada fazer planejamento fiscal é um absurdo e contra-senso. É a raposa tomando conta do galinheiro, como divulgado em outdoors que espalhamos em Belo Horizonte”, afirma o presidente do SINDIFISCO-MG. “A atuação do INDG em Minas demonstra a necessidade e importância da autonomia da Administração Tributária. A nossa luta é por um Fisco estruturado, com controle da arrecadação, tributação e fiscalização, sem interferência do poder econômico e político”, ressalta o presidente do SINDIFISCO-MG. Elaborado
pela Assessoria de Comunicação
do SINDIFISCO-MG |
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