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O SINDICATO

SINDIFISCO é uma organização sindical autônoma, sem fins lucrativos e sem vinculação partidária, representativa da categoria profissional dos Fiscais e Agentes Fiscais de Tributos Estaduais (FTEs e AFTEs), ativos e aposentados, com atuação dentro e fora do Estado na defesa dos direitos e interesses de seus filiados.

Criado oficialmente em 12 de dezembro de 1990, o SINDIFISCO é considerado ainda jovem e por isso mesmo enfrenta dificuldades naturais de todo início. Sua fundação decorreu após a vigência da Constituição Federal de 1988, que tornou possível a sindicalização do servidor público. Com sede na capital mineira, na Av. Afonso Pena 3.130, conjunto 402, tem atualmente cerca de 1.800 filiados, sendo 1.200 ativos e 600 aposentados.

Conforme seu estatuto, o SINDIFISCO está estruturado com uma Diretoria Executiva, composta por seis diretores titulares e quatro suplentes, um Conselho Fiscal, formado por três membros titulares e igual número de suplentes, e os Representantes Regionais, que, juntos, compõem seu Conselho Deliberativo (CD). Tanto a Diretoria Executiva quanto o Conselho Fiscal são eleitos por votação direta para um mandato de dois anos.

Aprovado em assembléia geral da categoria, o estatuto (disponível em nossa home page: www.sindifiscomg.com.br) define atribuições e competências da Diretoria Executiva e do Conselho Fiscal, direitos e deveres dos filiados, regulamentando regras de gestão e funcionamento do Sindicato.

De caráter democrático e transparente, as principais decisões do Sindicato sempre foram tomadas após discussão e consulta aos sindicalizados, sendo que algumas questões - tais como greves, alteração do estatuto, cassação do mandato de diretores, apreciação da prestação de contas e exclusão de filiados - só podem ser deliberadas em assembléia geral da categoria. O nosso Sindicato mantém-se exclusivamente com a contribuição mensal dos filiados, calculada com referência na remuneração do F2A.

Nossa estrutura interna é bastante enxuta, dividida em três setores: Departamento Administrativo-Financeiro, Assessoria Jurídica e Assessoria de Comunicação. O Departamento Administrativo-Financeiro conta com uma gerente e quatro funcionários. A Assessoria Jurídica, com três advogados e um estagiário, oferece assistência gratuita aos sindicalizados em qualquer ocorrência no trabalho fiscal, bem como em qualquer direito funcional que o Estado venha negar ou deixar de cumprir. E a Assessoria de Comunicação, com dois jornalistas e uma assistente, busca interagir com os diversos públicos.

PAPEL DO SINDIFISCO

Segundo o artigo 8º, inciso III, da Constituição Federal, o Sindicato é a entidade legítima de defesa dos interesses coletivos ou individuais da categoria representada (AFTEs e FTEs), inclusive em questões judiciais ou administrativas. Portanto, o papel do SINDIFISCO está definido nos três pontos abaixo:

» Manter a categoria informada e mobilizada na defesa de seus direitos
 
  • Informação: Para a informação rápida, segura e imediata, temos investido em nossa comunicação diária, utilizando todos os instrumentos disponíveis - telefone, fax, internet -, estreitando nosso relacionamento com os Representantes Regionais e Locais, mantendo-os informados no dia-a-dia. Estamos reestruturando nosso site, que logo estará disponível, visando agilizar a nossa comunicação, para que os colegas possam receber as principais notícias e sua repercussão, tanto via e-mail quanto via celular.

    Além disso, editamos periodicamente o Jornal Análise, o Informativo Notas Fiscais e o Boletim Sindifisco. O Boletim, direcionado para toda a categoria fiscal, AFTEs e FTEs ativos e aposentados, sindicalizados ou não, trata de assuntos do dia-a-dia, informações variadas e notícias imediatas. O Jornal Análise, também dirigido a toda categoria fiscal, como o próprio nome já diz, é um veículo analítico, com objetivo de estimular a discussão de temas de interesse, formação de consciência político-sindical, divulgação de projetos e ações sindicais.

    E Notas Fiscais, direcionado tanto para o público interno quanto para o externo, foi lançado em 2001 e a cada número aborda um tema específico - no primeiro, "Flagrante Fiscal: oportunidade que pode oferecer elementos à desestruturação do crime organizado no setor de combustível de Minas Gerais", e no segundo, "Condições de Trabalho na SEF". Espaço de reflexão, análise e debate do Fisco mineiro, este informativo possibilita o intercâmbio de idéias, sugestões e propostas, a fim de que tenhamos uma categoria bem treinada e participativa e uma sociedade melhor esclarecida sobre assuntos fazendários.

    Para que vocês conheçam e participem de nossos informativos, entre em PUBLICAÇÕES. O nosso esforço é direcionado no sentido de disponibilizar toda e qualquer informação de interesse para que a categoria possa discutir e, assim, agir.
  • Mobilização: Mobilizar a categoria significa mantê-la alerta e ativa na defesa de seus interesses. Os principais instrumentos utilizados para atingir esse objetivo são mantê-la informada e oportunizar sua participação em reuniões e debates.

    Para tanto, temos realizado reuniões periódicas do Conselho Deliberativo, incentivado reuniões locais, estimulado o debate de todos os temas de interesse, consultado a categoria em todas as decisões importantes através de assembléias gerais e regionais, organizado manifestações públicas.
 
» Promover ações políticas e administrativas na defesa dos interesses da categoria, do interesse público e da Receita Tributária.  
 
  • Ações Administrativas: Nossa função e a condição de funcionário público exigem grande interação com o governo e a Administração da Secretaria de Estado da Fazenda (SEF), até porque fazemos parte dela.

    Em decorrência disso, o encaminhamento de quase todas as questões colocadas pela categoria - reivindicações, reclamações, apoios, etc. - é, primeiramente, pela via administrativa. Neste sentido temos reunido-nos com o governo e a Administração da SEF (secretário, diretores, chefes, etc.) para discutir condições de trabalho, plano de carreira, reivindicações gerais, visando seu adequado encaminhamento.
  • Ações Políticas: A nossa entidade pratica permanentemente a política sindical, o que nos remete a uma interação com outras forças políticas presentes na sociedade. Assim, a categoria, por meio do Sindicato, realiza ações apoiando ou conflitando com outras forças políticas. É intensa a relação com o Poder Legislativo nacional e estadual e também com os políticos que exercem o Poder Executivo.

    Para atingir esse objetivo, o SINDIFISCO tem participado dos fóruns de discussão (Assembléia Legislativa, Congresso Nacional, Fórum Social Mundial, Cinepe - Comitê Institucional de Negociação Permanente), buscando também estreitar a relação com a sociedade civil organizada. Além disso, tornou-se fundamental a luta por maior espaço nos meios de comunicação, assegurando uma inserção positiva na mídia.
 
» Representar juridicamente o filiado ou a categoria em ações individuais ou coletivas.  
 
  • Todos os filiados têm direito a assistência jurídica também nas questões individuais, desde que relacionadas à sua função.

    Nossa demanda atual vem sendo atendida pela equipe fixa da Assessoria Jurídica, mas, caso necessário, fazemos também contratos específicos, dependendo da urgência ou da especialização. Entre as demandas mais comuns dos filiados estão: direitos não observados, quebra de direitos (não pagamento de horas-extras, gratificações), segurança física e/ou moral do fiscal, processos administrativos.
 

PRINCIPAIS AÇÕES DESENVOLVIDAS

Em mais de dez anos de existência, o SINDIFISCO tem direcionado suas ações na luta por condições dignas de trabalho, pela valorização da Instituição e da categoria, orientado pelo princípio de que o Estado e a sociedade precisam e merecem um Fisco bem estruturado. Desta forma, vem buscando a aproximação com a sociedade, discutindo as questões que envolvem a cidadania, a eficiência e melhoria da Instituição, o reconhecimento da função fiscal e participando do processo de desenvolvimento social.

Em nível nacional, participou e continua participando ativamente das lutas abaixo:

  • Carreira exclusiva de Estado: Junto com a FENAFISCO e demais sindicatos dos Fiscos Estaduais, o SINDIFISCO teve participação decisiva na aprovação do Projeto de Lei 248/98 que incluiu o Fisco no rol das carreiras exclusivas de Estado, deslocando-se semanalmente para Brasília, acompanhando todo o processo, participando de reuniões, fazendo contatos com a bancada mineira no Congresso Nacional.
  • Reforma Tributária: O SINDIFISCO acompanha e participa das ações desenvolvidas pela FENAFISCO, iniciando as discussões na categoria mineira sobre esta importante questão, na luta pelo principio federativo (manutenção da receita dos Estados). Juntamente com o FISCO FORUM-MG, promove palestras e seminários sobre o tema, elaborando a cartilha "Reforma Tributária: Contribuição do Fisco Forum-MG ao Debate". Em agosto de 2001, o SINDIFISCO participou do Fórum Minas por Outro Mundo, com a organização da oficina "Sistema Tributário e Distribuição de Renda", com a distribuição do informativo "Por uma Reforma Tributária Cidadã" (clique em TRABALHOS).
  • Lei Kandir: O SINDIFISCO, em parceria com a Affemg, realizou o I Congresso Estadual do Fisco Mineiro, com o tema "Desonerações Fiscais e a Crise Financeira do Estado", mobilizando a categoria para o importante debate sobre a Lei Kandir e seus efeitos nocivos, sendo o principal a perda de receita para os Estados. Paralelamente, outros sindicatos do Fisco Estadual também promoveram discussões em todo o país. E, com certeza, essas discussões contribuíram para colocar a necessidade de modificação da Lei nas agendas dos governantes estaduais, que, por sua vez, pressionaram o governo, culminando com a sua alteração, o que reduziu significativamente o prejuízo dos Estados.

Em nível estadual, destacam-se as ações a seguir:

  • Campanha contra a aprovação do Código de Defesa do Contribuinte: A luta contra o Código, chamado de Código de Defesa do Sonegador, iniciou-se em dezembro de 1999, com mobilização da categoria, que buscou parceria com outros setores da sociedade, reunindo-se com representantes políticos, elaborando e distribuindo os panfletos "Pela manutenção do veto ao CDC", conseguindo espaço na mídia.

    O veto integral do governador ao CDC, em janeiro de 2001, representou uma vitória da categoria, pois apesar de aprovado pela ALMG, possibilitou seu questionamento jurídico. O governo ajuizou Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN), o que impossibilita a aplicação do Código sem a devida regulamentação.
  • Campanha salarial: Em 2000, a luta se intensificou, com a participação ativa nas reuniões do Cinepe, realização de reuniões do Conselho Deliberativo Ampliado e assembléias gerais para tomada de decisões, manifestações públicas de protesto, paralisações gerais no Estado, inserção na mídia.

    A categoria demonstrou unidade interna, que se transformou em mobilização e resultados, tais como o aumento do valor do ponto de R$ 0,28 para R$ 0,40, assegurando sua correção semestral, e também restabelecendo o direito ao qüinqüênio sobre toda a remuneração.
  • Elaboração do Plano de Carreira e luta pela sua implementação: No final de 1998, foi criada a Comissão de Plano de Carreira do SINDIFISCO, com a responsabilidade de elaboração de uma proposta para a categoria. Após longo trabalho e reuniões com o secretário da Fazenda, a Comissão apresentou, em 2000, a Minuta do Projeto de Lei que, depois de intenso debate da categoria, foi aprovada, com alterações, na assembléia geral extraordinária, realizada em 08.11.00, sendo em seguida encaminhada aos órgãos competentes.

    Agora todo esforço do SINDIFISCO concentra-se em exigir que Secretaria de Administração e Recursos Humanos faça o encaminhamento da nossa proposta de plano de carreira, uma vez que a iniciativa dessa lei depende do governo.
  • Defesa e fortalecimento da imagem da categoria, rebatendo os ataques da mídia à fiscalização mineira: A política do SINDIFISCO é não deixar que nenhum ataque à categoria fique sem resposta - inicialmente, tenta-se uma solução amigável, e, caso necessário, a nossa Assessoria Jurídica está preparada para agir imediatamente.

    Como exemplo, podemos citar o caso da Rede Globo, que veiculou reportagem,no ano 2001, de em rede nacional, com vários equívocos e incorreções. Primeiro, tentou-se solucionar amigavelmente a questão, via contato direto da nossa Assessoria de Comunicação com o veículo, depois fizemos a notificação extrajudicial e, somente num terceiro momento, o pedido de direito de resposta via judicial.

    Quem tomar conhecimento de alguma reportagem que não corresponda à verdade dos fatos, denegrindo um fiscal ou toda a categoria, deve comunicar-se imediatamente com a Diretoria do SINDIFISCO. Por outro lado, temos procurado fortalecer a imagem da categoria, mostrando à sociedade um Fisco cidadão, um Fisco disposto a discutir e apresentar sugestões (veja em nosso informativo Notas Fiscais), um Fisco que defende o interesse público.

AMEAÇAS E OPORTUNIDADES PARA O FISCO ESTADUAL

Dentro de um quadro de ameaças de políticas públicas fiscais, a mais forte seria que a ação fiscal não fizesse parte de uma das soluções que o Estado devesse buscar. Isto equivaleria a dizer que o Fisco Estadual e o que ele representa como instrumento para o Estado deixaria de fazer parte da agenda de trabalho dos governantes de momento.

Pelo menos três ameaças concorreriam para esse cenário. A primeira, talvez a menos provável das três, mas com efeito fulminante, seria a perda de importância do Fisco Estadual decorrente da queda significativa da participação relativa da receita tributária arrecadada pelo Estado. Isso ocorreria, por exemplo, se a União centralizasse, na sua esfera de competência, o ICMS e o que ele representa de receita. Como afirmamos, é uma ameaça improvável, mas não podemos esquecer que esse tem sido o sonho declarado da União em todos os seus estudos sobre a reforma tributária.

Como uma segunda ameaça, citaríamos as iniciativas em curso em busca de receita tributária "ruim", porém de fácil arrecadação. É o caso das recentes alterações ocorridas no nosso Sistema Tributário, como a instituição da CPMF, bem como as mudanças mais rotineiras relacionadas a alterações de alíquotas e bases de cálculo que, entre outras, elevaram recentemente a alíquota de energia para 30%. São mudanças que, embora promovam o necessário aumento de receita, o fazem da maneira mais inadequada, aumentando ainda mais as graves distorções hoje existentes no nosso modelo de tributação, com sérias repercussões para os índices de competitividade do País.

Precisamos lutar por uma estratégia onde seja possível aumentar a receita numa outra ótica que pressuponha a implantação de um sistema eficaz de tributação. Isso nos remete à terceira ameaça, associada a esse cenário de deixar de fazer parte de um conjunto de soluções para o Estado. É a ameaça de não dar a resposta satisfatória.

Ou seja, o governo acredita que a sua agenda de trabalho deva aumentar a receita tributária e que a esse aumento deva corresponder um melhor controle fiscal. Para isso, ele investe pesadamente na administração tributária, só que os resultados não aparecem, ficando a sensação de que a receita não pode depender do fisco porque ele não consegue dar a resposta satisfatória por ineficiência de sua atuação.

É claro que se o governo investe pesadamente na Administração Tributária num quadro alarmante de sonegação, os resultados necessariamente teriam que aparecer. Entretanto, é possível investir com muitos equívocos e é essa possibilidade que nos remete a mitos que precisam ser superados. Sem pretender fazer uma lista exaustiva pontuaremos alguns.

O mito de achar que o Fisco bem aparelhado com instrumentos de informática pode dar conta da sonegação é um deles. Na verdade, apesar de a informática ser um instrumento poderoso e imprescindível, ela de nada valerá se não superarmos a grave crise de conceitos que vivemos na área tributária. Entre eles uma confusão enorme da concepção do que significa ser fiscal. Um conceito errado da natureza dessa profissão abre um leque de equívocos o que tornaria o combate à sonegação algo além de uma tarefa de Hércules.

Esse talvez seja o mito de efeito mais devastador: o mito do Fisco ser visto como mão-de-obra tarefeira, passível de terceirização, e não como autoridade pública. É importante percebermos que caracterizar o fiscal como autoridade pública não decorre de uma questão pessoal, ou de qualquer outra coisa, mas é conseqüência da natureza das funções que ele exerce. Ser fiscal significa assumir uma competência delegada pela sociedade para, em nome dela, realizar o lançamento do crédito tributário.

A partir daí, significa poder intimar o contribuinte requisitando a apresentação de livros e documentos fiscais, significa, enfim, deter poder de polícia, de coerção, visando o pagamento do imposto. Determinadas condições institucionais tornam-se necessárias para que essas prerrogativas se materializem com eficiência, entre elas a autonomia e a estabilidade, próprias do setor público. Assim, o correto entendimento do que é ser fiscal afasta várias ameaças e impõe algumas das condições necessárias à implantação de um sistema tributário eficaz.
Dentro do quadro das possibilidades merecem referência pelo menos duas.

A primeira é que diante de um cenário como o brasileiro, de forte desequilíbrio entre receitas e despesas públicas e alto endividamento, a experiência internacional demonstra que a maioria quase absoluta dos países realiza o ajuste fiscal principalmente por aumento de receita.

A segunda possibilidade, é que este aumento de receita, particularmente para o caso do Brasil, deve se dar a partir do combate a sonegação de tributos, uma vez que o processo de aumento de receita através da criação de novos tributos e aumento de alíquotas se encontra em exaustão. Isso exige um Fisco bem estruturado.

Neste contexto, poderíamos imaginar que a leitura do cenário atual - ameaças e possibilidades, coloca-nos como quadro mais provável o aumento da carga tributária para os próximos anos, via principalmente o combate à sonegação, o que irá requerer investimentos vultosos de recursos públicos no aparato estatal fiscal, visando a sua recuperação e aprimoramento. Entretanto, é necessário superar um quadro adverso de conceitos equivocados que poderiam levar ao completo desperdício desses recursos.

No curto prazo, algumas ações devem exigir boa parte dos esforços do Sindicato, destacando-se as abaixo:

  • Assegurar que a atual política salarial, com correção semestral, continue apresentando resultados positivos. Para tanto, pode ser necessário alterar o decreto que regulamenta nossa produtividade.
  • Assegurar melhores condições de trabalho, principalmente as relativas à segurança do fiscal (física e jurídica), para que possamos desempenhar nossas funções de forma mais eficiente e tranqüila, além de também garantir uma gestão mais democrática e participativa, reduzindo o autoritarismo no gerenciamento do Fisco.
  • Lutar pela implementação do Plano de Carreira, dando maior segurança a nossa remuneração, viabilizando a perspectiva de crescimento profissional e assegurando direitos e prerrogativas necessárias para o bom desempenho funcional.

RELACIONAMENTO COM OUTRAS ENTIDADES

O SINDIFISCO vem aliando-se a outras entidades nas lutas comuns, em nome do interesse público, ganhando em força e representatividade.

  • Filiado à FENAFISCO - Federação Nacional do Fisco Estadual, o que torna o Sindicato politicamente mais forte e com representação nacional, ampliando nossa luta e facilitando nossa participação nas questões de nível nacional.

    Entidade sindical representativa do Servidor do Grupo TAF - Tributação, Arrecadação e Fiscalização Estadual de todas as unidades da República Federativa do Brasil, a FENAFISCO tem sede na capital federal, congregando, exclusivamente, 29 sindicatos, perfazendo, no total, 35 mil filiados. Sua missão é valorizar e inserir o Fisco Estadual como agente da sociedade, ressaltando sua importância na solução da crise financeira do Estado, ou seja, construir a identidade nacional do Fisco. Para isso, busca integrar as ações em todos os estados e trazer a sociedade para a luta por um Fisco forte e moderno. O seu compromisso é com: a probidade na ação fiscal, a dignidade do Servidor do Grupo TAF Estadual e a modernização da administração tributária estadual, voltada para o processo de transformação e desenvolvimento da sociedade brasileira. Para a gestão 2002-2004 foi eleito o ex-Presidente do SINDIFISCO, Severino Francisco Ribeiro Sobrinho.
  • Integrante do FISCO FORUM-MG, fórum permanente das entidades representativas da fiscalização no Estado de Minas Gerais nos três níveis (municipal, estadual e federal). Apesar do aparente conflito de interesses das três esferas do Fisco, o interesse comum prevalece em assuntos, tais como a Reforma Tributária.

    Compõem o FISCO FORUM-MG, juntamente com o SINDIFISCO: AAIT/MG - Associação dos Agentes da Inspeção do Trabalho de Minas Gerais; ANFIP/MG - Associação dos Fiscais de Contribuição Previdenciária de Minas Gerais; AFFEMG - Associação dos Funcionários Fiscais do Estado de Minas Gerais; SINDIFISP - Sindicato dos Fiscais de Contribuição Previdenciária de Minas Gerais; UNAFISCO SINDICAL-DS/BH - Sindicato Nacional dos Auditores das Receita Federal/Delegacia Sindical de Belo Horizonte, e UNAFISCO SINDICAL/MG - Associação Nacional dos Auditores Fiscais do Tesouro Nacional. O FISCO FORUM-MG tem promovido encontros periódicos para a discussão democrática e desenvolvimento de ações conjuntas pelas entidades integrantes em defesa do interesse público e luta pela justiça fiscal.
  • Participante da Frente Contra a Destruição dos Serviços Públicos em Minas Gerais, que reúne 35 entidades representativas dos servidores públicos estaduais. Como o Fisco é considerado atividade-meio (receita pública) do Estado, o SINDIFISCO integra-se às entidades que representam atividades-fim (educação, saúde, segurança, etc.). Se o Estado não mantiver seu compromisso com a saúde, educação e segurança, ou seja, com os serviços públicos em geral, que, por sua vez, são mantidos pela receita pública, começa a não se preocupar mais com a nossa categoria.

    O objetivo da Frente, como o próprio nome diz, é a preservação do serviço público de qualidade. Afinal todos os cidadãos desejam e, muito, mais do que isso, têm direito a um serviço público de qualidade, voltado à sua satisfação, administrado profissionalmente e com respeito aos princípios da moralidade, da impessoalidade e da legalidade.
 

A IMPORTÂNCIA DA PARTICIPAÇÃO

Para conquistarmos a nossa valorização profissional, não só através da melhoria salarial, mas principalmente pelo reconhecimento externo da nossa eficiência profissional e importância estratégica para a Receita Estadual, o fundamental é termos uma categoria coesa e atuante, articulada e politizada, participativa e mobilizada permanentemente. O fortalecimento do nosso Sindicato depende do nível de participação da categoria.