| COMUNICADO
DA DIRETORIA | Nº 02 |
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16
de janeiro de 2009
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| CORREÇÃO SÓ COM CAMPANHA SALARIAL | |
| Sem luta, governo tentará impor sua costumeira política | |
Durante os seis primeiros anos do governo Aécio, houve uma ação deliberada no sentido de enxugar a folha de pagamentos. Como todo ajuste financeiro exige sacrifícios, na fiscalização o maior ônus foi destinado ao auditor fiscal novato e ao fiscal aposentado. Desafiando qualquer lógica, ambos foram transformados nos elos mais frágeis da carreira e, pode-se dizer, vêm arcando com as perdas do “choque de gestão”.
O fortalecimento da nossa carreira somente virá quando houver o ânimo de permanecer nela.
Na carreira de auditor fiscal, inúmeros problemas contribuem para arrefecer o ânimo: piso salarial baixo, perda de atribuições, condições ruins de trabalho (Ordens de Serviço), distanciamento remuneratório entre efetivos e comissionados, ambiente interno degradado, falta de perspectiva na carreira, etc. O piso salarial é um dos aspectos de maior insatisfação entre os auditores fiscais mineiros. Enquanto a média nacional de salário inicial do Fisco gira em torno de R$ 12.500,00, em Minas Gerais o piso é de R$ 7.395,00 (vencimento + Gepi).
A saída para o problema começa pela união da categoria em torno de uma proposta e isso nós já conseguimos. Nossa proposta emergencial une a categoria e inicia um processo de reestruturação salarial. Sairemos dos atuais R$ 7.395,00 (vencimento + Gepi) para R$ 10.905,00 (vencimento + Gepi).
Para conquistarmos essa mudança de patamar, é imprescindível intensificarmos nosso movimento e, para isso, é fundamental a união de todos os auditores fiscais do Estado nessa luta.
Em 2009 não haverá plus. O prêmio que será pago em março, referente ao último trimestre de 2008 está estimado em 0,64 (índice a ser aplicado sobre o vencimento + Gepi). O governo, por sua vez, tentará nos enrolar o ano todo discutindo reposicionamento pelo tempo de serviço (letrinhas retidas), questão que também não contempla novatos e aposentados e, mais uma vez, nos divide, fragmentando a carreira em grupos com interesses distintos e nos enfraquecendo como categoria.
Estamos empenhados em trabalhar pela recomposição do nosso salário e dispostos a enfrentar as “armadilhas” preparadas pelo governo visando nos dividir. Vamos intensificar nossa Campanha Salarial.
A Diretoria
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CAMPANHA
SALARIAL: OPORTUNIDADE
A GENTE CRIA! |