COMUNICADO DA DIRETORIA
Nº 41/07
26 de março de 2007


A QUE PONTO CHEGAMOS!

Agora, alguns delegados assumiram publicamente a postura, até então adotada de forma velada, de tentar acabar com nosso movimento reivindicatório. Temos informações de vários colegas, inclusive com provas, de que os delegados fiscais de Belo Horizonte - entre eles, a delegada Flávia Maria Reis Tobias, que já foi diretora do nosso Sindicato e conhece a seriedade dos que compõem a diretoria atual - estão dizendo que vão punir os funcionários que participam do movimento.

Há um coro, orquestrado pelo superintendente Gladstone Bartolozzi e delegados, que domina o prédio da Afonso Pena (sede da SRF I), de que o que está por trás do movimento são interesses políticos, que visam derrubar o subsecretário Pedro Meneguetti e o diretor da Sufis, Gilberto Ramos.

A psicologia explica: "Dizem que nós enxergamos as pessoas da forma como somos."

Se os delegados acham que vão enfraquecer o nosso movimento com boatos como esse, estão enganados.

Não é se agarrando a argumentos falaciosos que irão garantir a permanência no cargo.

Ora, somente o que pode justificar esse tipo de postura é o desespero. Pois achar que a categoria é ingênua a ponto de acreditar que secretário de Fazenda, numa situação de enfrentamento, iria oferecer o cargo para um colega ligado ao Sindicato, é ridículo.

PARA REFLEXÃO
A situação da SEF está ótima? Nós temos um Fisco forte em Minas Gerais?

O nosso salário está bom? Estes poucos mais de 500 reais líquidos que o governo está oferecendo para alguns, via conta reserva, atende a categoria?

Estamos ganhando tão bem a ponto de fazermos movimento político?

Quem são os servidores - no caso de haver - que desejam ocupar cargos na Administração da SEF?

Para evitar polêmica, no último dia 23 de março enviamos ofício ao superintendente Gladstone Bartolozzi, comunicando que estavam previstas para esta segunda, 26 de março, atividades do movimento reivindicatório (reuniões e debates sobre questão salarial). No documento, lembramos ao superintendente que o refeitório no segundo andar da DF/BH (1, 3 e 4) vem sendo utilizado há sete anos pelos auditores fiscais para reuniões de rotina e que, portanto, gostaríamos que não fossem criados impedimentos à sua realização.

A Diretoria