| COMUNICADO
DA DIRETORIA |
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8
de fevereiro de 2007
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MOVIMENTO LEVA CONTRIBUINTE AO GOVERNADOR |
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| Com esse tipo de colegas não precisamos de inimigos |
Temos conversado com colegas que ocupam cargo comissionado sobre a importância de seu envolvimento no nosso justo movimento. Houve apoio e adesão de vários colegas, alguns, inclusive, espontaneamente. Temos procurado respeitar os demais colegas na tentativa de procurar o seu convencimento em outros momentos. Também temos tido a preocupação de não ser injustos e nem criticar pessoas de forma leviana.
Mas, também, não podemos aceitar que colegas ajam de forma desrespeitosa com os auditores - pais e mães de família que estão lutando por uma remuneração digna e justa. Nesse sentido, queremos denunciar a postura anticlassista do colega Ronaldo Marinho, delegado fiscal da DF/BH 5, em dois episódios recentes lamentáveis.
O primeiro deles, na reunião do SINDIFISCO-MG ontem (07.02) com os colegas das 2ª e 5ª DFs. Durante a reunião, o colega Leonardo Gil Salgado, chefe do PF de Confins, que tem apoiado desde o início o nosso movimento, falou sobre a importância dos colegas comissionados apoiarem a luta pela Recomposição Já e não retaliarem os auditores.
Ronaldo Marinho reagiu ao comentário dizendo que, para apoiar a luta da categoria, teria que entregar o cargo. Questionado por outros colegas sobre qual seria sua postura caso recebesse uma ordem da Administração para reprimir os servidores, não titubeou e afirmou que faria o que fosse pedido pela alta cúpula da SEF/MG.
Questionado se manteria essa postura caso a ordem da SEF/MG fosse no sentido de cortar o ponto, afirmou que cortaria. Diante dessa afirmação, um dos presentes observou: "Então você fez opção pela Administração". Ronaldo Marinho respondeu: "Sim".
E não parou por aí. Um outro episódio acontecido hoje (08.02) não deixa dúvida de que Ronaldo Marinho fez uma opção clara pela Administração.
Em função dos black outs silenciosos, as liberações de mercadorias importadas (DIs) se acumularam no PF Confins. Segundo informações de colegas, o sócio de uma grande empresa do setor automobilístico esteve ontem (07.02) com o governador Aécio Neves solicitando a liberação urgente da mercadoria por ela importada.
Os colegas do PF de Confins estavam liberando as mercadorias de acordo com a ordem cronológica. Às 7h da manhã de hoje (08.02), o delegado Ronaldo Marinho esteve no posto, acompanhado do despachante da empresa e procedeu à liberação imediata das mercadorias, sem dar satisfação aos funcionários da unidade. Na ocasião, liberou também outra importação de uma grande empresa do setor aéreo.
Uma reflexão: será que esse colega tem competência ou OS para realizar essa atividade?
Clique aqui e
veja as provas das situações relatadas acima
Subserviência ou simples prazer de dificultar o movimento dos colegas que aderiram às paralisações e aos black outs? Seja qual for a motivação que orientou a atitude do delegado Ronaldo Marinho, ela não pode merecer outra coisa que não o repúdio da categoria.
Nos dois episódios citados, o que se vê é uma atitude totalmente anticlassista e com o objetivo claro de tentar abalar o nosso justo movimento apoiando as tentativas de repressão empreendidas pelo governo. Lamentável!
A Diretoria