| COMUNICADO
DA DIRETORIA |
| |
|
6
de fevereiro de 2007
|
| AS "DESCULPAS" DA ALTA CÚPULA | |
| Não se deixe enganar: governo quando ameaçado ou cria comissão ou pede tempo |
Nossos colegas que ocupam cargos na alta cúpula da SEF - Pedro Meneguetti, Gilberto Ramos e companhia - estão percorrendo as diversas Unidades para falar sobre as mudanças na estrutura da Secretaria, a tabela de cargos comissionados e as nossas reivindicações salariais, numa tentativa de convencer a categoria sobre a posição (contrária) adotada por eles em relação ao nosso movimento.
Ora, isso foi feito em nossas lutas anteriores - carreira, fim da política salarial, criação do plus, tabelas - e, agora, se repete com famigerado pedido de tempo (60 dias), sem justificativa, pelo governo. Eles estão no papel deles, com tempo disponível e despesas pagas pelos cofres públicos. Cabe à categoria, responder com indignação e repúdio.
E qual deve ser a postura da categoria? Todos devem comparecer a essas reuniões, mostrar sua insatisfação e pressionar para que eles assumam compromissos condizentes com a categoria à qual pertencem.
REIVINDICAÇÕES
Já se passaram 37 dias do segundo mandato do governo Aécio,
portanto faltam 23 dias para que se complete o prazo imposto pelo governo.
E será que eles assinariam o compromisso de entregar seus cargos
caso as reivindicações da categoria não sejam atendidas
nesse período? Não é preciso muito esforço para
saber que a resposta seria NÃO!
Portanto, colegas, não percam tempo: aproveitem essas reuniões para protestar e mostrar a insatisfação da categoria. Não se deixem envolver por promessas evasivas para justificar interesses pessoais de "colegas" que vendem os próprios colegas e tentam reprimir um justo movimento reivindicatório.
Para o "tempinho" imposto pelo governo, não há justificativa técnica. Como um governo pede tempo se o intuito é nos enrolar? O governo atual não gasta nenhum centavo sem antes analisar o impacto. Portanto, o que está por trás desse pedido é a clara tentativa de derrotar a categoria.
O impacto da folha de pessoal em relação à RCL era, em dezembro de 2006, de 44,58%. Agora, o governo vai computar o impacto gerado pelas tabelas de cargos comissionados, vindo com a "lengalenga" de que já ultrapassou o limite prudencial (46,55% da LRF) e vai aprovar a Lei de Política Remuneratória do funcionalismo (um verdadeiro "sopão"), e dizer que não tem como conceder mais reajuste.
ESTRUTURA
Quanto à alteração na estrutura da SEF (Lei Delegada
Nº 123/07), não houve transparência, pois esse assunto
sequer foi debatido com a categoria. Nas reuniões, está sendo
dito que o critério utilizado foi técnico, o que desconhecemos.
Mas o que justifica ter aumentado para 10 Superintendências Regionais
no final de 2006 (eram 9) e, agora, reduzir para 7?
Apesar do nosso foco atual ser a campanha salarial, a categoria deve contestar as alterações impostas sem discussão. Entretanto, não caia na armadilha do governo de discutir somente estrutura e de tentar desviar a nosso foco da questão salarial.
CHEGA
DE ILUSÃO!
Não há como se iludir com esse governo. Não se deixe
enganar pelo discurso "emocionado" e "de vítima"
adotado por colegas da alta cúpula. O momento é de intensificar
nosso movimento. A experiência tem mostrado que, toda vez que o governo
se sente ameaçado, opta por uma das duas alternativas: ou cria uma
comissão ou pede tempo.
|
Diga não ao "tempinho" pedido pelo secretário e seus assessores - Pedro, Gilberto e companhia! DIGA NÃO à embromação do governo! Continuemos nossa LUTA, com DISPOSIÇÃO e GARRA, MOBILIZAÇÃO intensa e COESÃO nas AÇÕES! |
Ontem, a "alta cúpula" esteve em Divinópolis e nossos colegas não se deixaram enganar.
Hoje, esteve em Juiz de Fora e nossos colegas também reagiram à altura. (Veja Informe SINDIFISCO-MG nº 53)
FAÇA O MESMO EM SUA REGIONAL!
A Diretoria