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COMUNICADO
DA DIRETORIA
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30 de
novembro de 2006
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| NÃO VAMOS NOS INTIMIDAR COM AS AMEAÇAS DE CORTE DE PONTO |
A fiscalização não se intimidará com ameaças de corte de ponto, conforme memorando (MEM CIRCULAR GAB/SRH/Nº786/06) da Diretora da Superintendência de Recursos Humanos, Ceres Alves Prates.
Esse é o
reconhecimento do governo aos esforços da fiscalização,
que fez a receita crescer (2003-2005) em 61% contra uma inflação
de 24%? Isso é CINISMO, pois o governo elogia de um lado e, de
outro, faz ameaças e tenta reprimir seus auditores. |
Queremos uma SRH que se preocupe com a motivação dos servidores e a melhoria dos serviços. Não queremos uma SRH subserviente, que restringe direitos, faz terrorismo e alguns cursos “cerca Lourenço”, que servem apenas para retirar a fiscalização da rua, principalmente em época de campanha eleitoral. Defendemos o profissionalismo e a capacitação da categoria, mas, em primeiro lugar, desejamos um salário digno e compatível. É papel do setor de Recursos Humanos ficar fazendo “economia” com diárias e pagar a empresa Terra Turismo para montar “pacotes de viagem” que submetem os fiscais a constrangimento?
Tivemos notícias que o secretário de Fazenda, em reunião com os superintendes e delegados, disse não saber que a fiscalização estava insatisfeita. Ora, em todas as reuniões com a Administração temos manifestado a nossa insatisfação e indignação com esse piso ridículo (18o piso comparado com os outros Fiscos Estaduais).
Inclusive, logo após a aprovação das tabelas, encaminhamos um caderno com robusta documentação ao vice-governador eleito, Antonio Augusto Anastasia, com cópias para o secretário de Estado de Fazenda, Fuad Noman, e o subsecretário da Receita Estadual, Pedro Meneguetti, ( Ofício 33 de agosto/06). O encaminhamento das tabelas e a sua votação não significaram concordância com as mesmas, até porque não foram atendidas as principais reivindicações da categoria: piso e enquadramento justos.
Além disso, a nossa insatisfação já foi claramente demonstrada através dos informes, comunicados e jornais do Sindicato, bem como na imprensa – e, pelo que sabemos, o secretário tem lido todos. Temos notícias, inclusive, de que até os superintendentes já levaram ao conhecimento do secretário, o descontentamento da categoria.
Por
isso fazemos um apelo aos comissionados para que integrem o nosso
justo movimento
reivindicatório e não enviem o Controle de Freqüência
prejudicando os servidores. Queremos que os comissionados apóiem
essa luta, que é de todos nós, para que o movimento conduzido
pelo SINDIFISCO-MG atinja mais rapidamente seus objetivos. |
A Diretoria